Luandre tem aumento de 42% nas ofertas de vagas em 2018

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trouxe boas notícias. A taxa de desemprego caiu no último trimestre analisado (setembro a novembro). A população desocupada caiu 3,9% em relação ao trimestre anterior e 2,9% em relação ao mesmo trimestre de 2017. E mais, a população ocupada foi a maior da série histórica, iniciada em 2012, e subiu 1,2% em relação ao trimestre de junho a agosto de 2018, somando 93, 2 milhões de pessoas.
A Luandre acompanhou esta tendência positiva em relação ao emprego e o balanço de 2018 é de um total de mais de 24 mil vagas oferecidas, 42% a mais que no ano passado. O segundo semestre foi impulsionado por vagas na indústria, logística e varejo, setores que apostaram em um Natal mais forte. A mudança na lei também ajudou na contratação de temporários. “A atualização na Lei de Temporários, que permite desde o ano passado a contratação por 180 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 90 dias, permaneceu como um dos fatores que estimularam a contratação nesta modalidade. Outra boa notícia é que, aqui na Luandre, mais de 40% destes temporários foram efetivados posteriormente pelos clientes”, explica Fernando Medina, diretor da consultoria de RH.
De acordo com Medina outro setor muito forte em 2018 foi o de saúde, com vagas constantes em virtude da natureza do negócio, que precisa do quadro de funcionários sempre completo e também pela abertura de novas unidades de saúde, no estado de São Paulo e Rio de Janeiro.
A expectativa da Luandre em 2019 é que esse panorama de geração de emprego seja cada vez maior. “O que vimos no fim de 2019 e neste comecinho de ano é que as empresas estão otimistas com o cenário econômico e pretendem ampliar as contratações. Estamos com cerca de 3.500 vagas abertas e observamos que os candidatos estão bem comprometidos. No primeiro dia útil do ano, tivemos processos seletivos com 90% dos candidatos presentes. Ficamos surpresos porque a taxa de desistência nestes períodos pós-festas varia de 50% a 80%”, analisa Medina.








