A melhor forma de revolucionar um negócio é gerar experiências positivas para os clientes

A melhor forma de revolucionar um negócio é gerar experiências positivas para os clientes
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Albert Deweik.

Aquele velho clichê de que “o cliente tem sempre razão”, nunca fez tanto sentido como hoje em dia. Isso porque, o cliente é o centro do negócio, aquele que gera receitas e lucro para que a empresa pague as contas, os tributos, os salários dos funcionários e, inclusive, o pró-labore do dono ou dos sócios do negócio. Portanto, uma experiência negativa pode ser devastadora, ainda mais em tempos de redes sociais, onde tudo é compartilhado. Além disso, colocar o consumidor em primeiro lugar, em todos os momentos, é uma ética de negócios positiva.

Um estudo recente feito pela NeoAssist, que é a única plataforma omnichannel para atendimento ao cliente do mercado brasileiro, em parceria com a MindMiners, que é uma empresa especializada em pesquisa digital, mostrou que 84,3% dos respondentes concordam parcialmente ou totalmente que a experiência geral proporcionada no momento da compra é o que realmente os tornam fiéis às marcas. Ou seja, a experiência está diretamente ligada ao sucesso da empresa, principalmente se levarmos em consideração que conquistar novos clientes custa entre cinco e sete vezes mais do que fidelizar os antigos.

Portanto, segundo Albert Deweik, fundador e CEO da NeoAssist, os empresários de uma forma geral devem estar atentos às necessidades do consumidor e verificarem se o atendimento que estão oferecendo vai ao encontro daquilo que eles realmente esperam. Caso contrário, mesmo que ofereçam a mais inovadora solução, se ela não estiver de acordo com as expectativas do cliente, o atendimento não terá sido eficiente. Por exemplo, existem pessoas que preferem resolver um problema por telefone, outros optam por e-mails, whatsApp ou pelo chat online da empresa.

Apesar das pesquisas apontarem que o telefone ainda é o mais escolhido pelos consumidores, os números mostram que não existe uma preferência universal. Por isso, explica Deweik. é importante que os empresários olhem para o seu negócio como um todo para entender a ferramenta que mais se adequa ao seu modelo de negócio e, principalmente, ao seu público de interesse. Afinal de contas, é o cliente que escolhe como e por quais canais prefere ser atendido, fazendo.

Outro dado interessante do estudo feito pela NeoAssist e MindMiners é que 52% dos consumidores ouvidos pagariam de 20% até 50% a mais por um produto ou serviço se o atendimento fosse melhor. Neste sentido, vale lembrar que o tempo é hoje o que as pessoas mais preservam. Portanto, ninguém quer ter mais ‘dor de cabeça’ com problemas mal resolvidos, ou gastar horas para resolver algo que era para ser uma solução. Assim sendo, quando uma empresa se desculpa com um consumidor, ela demonstra que entende a sua frustração.

Dessa forma, Deweik diz que dá para afirmar com exatidão que investir em um bom suporte de atendimento não é só mais uma opção, mas sim uma necessidade.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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