Cresce o investimento de empresas em causas sociais

Cresce o investimento de empresas em causas sociais
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O consumidor está cada vez mais atento ao posicionamento político, social e ambiental das organizações. E, ao contrário do que muitos pensam, a convicção em relação ao engajamento da empresa é um fator determinante na hora da compra para a maioria dos consumidores brasileiros. Segundo o estudo global Edelman Brand 2018, 69% das pessoas declararam que realizam compras por convicção sobre os valores de uma organização. O percentual cresceu 13 pontos em comparação com 2017, ano em que 56% dos entrevistados declararam essa motivação.

Quando o assunto são os colaboradores, o estímulo da empresa para que os funcionários pratiquem voluntariado ou se engajem em causas sociais também apresenta melhorias para a produtividade. Uma pesquisa realizada pela Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID) mostrou que 89% dos gestores de diferentes áreas consideram que o voluntariado corporativo faz a pessoa ser um profissional melhor.

Nesse contexto, a preocupação das marcas com a responsabilidade social tem crescido nos últimos anos. E as formas de se engajar são diversas. “Quando a empresa se engaja com uma causa com a qual a marca e os colaboradores se identificam, o apoio torna-se ainda mais relevante para ambos os lados”, explica Carla Lettieri, Coordenadora de Programas & Projetos no Instituto Ronald.

A Aspen Pharma, farmacêutica sul-africana que é líder do continente africano e uma das 20 maiores do segmento de branded generic no mundo, apoia desde 2018 o Instituto Ronald McDonald, que atua para promover saúde e qualidade de vida para crianças e adolescentes com câncer.

Para 2019, a Aspen Pharma apoiará diversas ações para arrecadar fundos com o objetivo de ajudar o Instituto Ronald a realizar suas metas, uma delas é chegar em dez anos no mesmo patamar de chances de cura de países como Estados Unidos e Canadá, que corresponde a 85%. Hoje as chances de cura estão em torno de 64% no Brasil. Entre as ações realizadas pela Aspen estão o patrocínio em Workshops com foco no diagnóstico precoce da doença, jantares beneficentes e o apadrinhamento de restaurantes para o McDia Feliz.

Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Ronald, dependem do apoio de empresas e doadores para colocar em prática os projetos e programas em prol de causas. E como o Instituto atua ao redor do Brasil?

Desde sua fundação, em 8 de abril de 1999, o Instituto Ronald McDonald – vencedor do prêmio de Melhor ONG em saúde e classificado entre as 100 melhores ONGs do Brasil de acordo com o Instituto Doar e a Revista Época – age nas principais necessidades no antes, durante e após o tratamento, através do desenvolvimento e da coordenação de programas como Diagnóstico Precoce, Atenção Integral, Espaço da Família Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald.

“Nossa luta é para que as crianças sejam curadas do câncer e possam sonhar. Pois cada sonho pode se transformar em um novo craque de bola, em um médico, engenheiro, e até mesmo em um líder de verdade para o nosso País, que tanto precisa”, ressalta o CEO da companhia, Alexandre França.

Saiba como apoiar a causa do câncer infanto juvenil no Brasil

O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre as fontes de arrecadação, os programas e as instituições beneficiadas em http://www.institutoronald.org.br.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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