Processo de Recuperação Judicial do Grupo Bitcoin Banco não foi suspenso, conforme boatos que correm na internet

Desde o dia 13 de abril se formou um boato na internet sobre a suspensão do Processo Judicial do Grupo Bitcoin Banco (GBB). O ponto de origem desta informação inverídica se deu pelo fato da mudança de direcionamento da justiça para a realização de nova perícia prévia contábil, determinada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), para verificar a capacidade de operação do Grupo que, inclusive, sustenta a ferramenta jurídica de Recuperação Judicial.
De acordo com os advogados dos escritórios que atendem os interesses do GBB – Portugal Kaminski & Assad sociedade de advogados e Romero Advogados – o pedido de realização da nova perícia, que inclusive foi realizada na última quarta-feira (15) pela empresa EXM Partners, nomeada pela juíza para conduzir novamente este procedimento sem geração de ônus no processo. Neste contexto, o Grupo Bitcoin Banco não entrou com recurso para esta medida por entender como um protocolo sadio para reforçar a transparência da Recuperação Judicial, e que reforça seu posicionamento perante todos os seus stakeholders, com ênfase no poder judiciário, credores e clientes atuais.
O advogado Nelson Kaminski Júnior reforça ainda que, o procedimento é apenas uma tecnicidade legal dentro do protocolo do Processo Judicial e em nada, define sua suspensão provisória, como relatado por notícias falsas veiculadas na internet. “O que não é admissível, é que o mercado seja impactado com fake news, que geram percepções erradas para os clientes das plataformas”.
Retomada positiva
As plataformas do Grupo Bitcoin Banco, Negocie Coins e Tem BTC lideram o mercado brasileiro em volume de transações, girando mais de 1000 BTC por dia. Este é um dado recente, e demonstra que as lições do passado serviram para ajustar a retomada e o novo momento do GBB no mercado.
A notícia acima se torna realidade depois de aproximadamente 8 meses da interrupção das atividades das plataformas devido a fraude identificada e prontamente informada pela polícia. A história que se desenrolou nesse período turbulento para o maior player do mercado de criptomoedas, corroboraram a necessidade de uma ferramenta jurídica efetiva e transparente como a Recuperação Judicial.
Um protocolo pautado pelo reconhecimento da Justiça, da capacidade de retomada do negócio, sendo o caminho mais adequado para a reorganização das atividades e a superação da crise econômico-financeira. O GBB tem ao seu lado, desta forma, a supervisão direta do próprio Pode Judiciário, que na pessoa do Administrador Judicial participa ativamente frente a um procedimento transparente e, principalmente, que elimina o excessivo movimento que se formou contrário à retomada dos negócios. Inclusive, da forma que a primeira versão do Plano de Recuperação Judicial foi elaborado, 60% dos clientes já serão pagos integralmente em até 90 dias.
“Trabalhamos intensamente em 2019 na busca de uma solução efetiva e hoje estamos com duas linhas de atuação, uma delas atendendo todos os protocolos do Plano de Recuperação Judicial, com supervisão direta do próprio Poder Judiciário, na pessoa do Administrador Judicial. E com a operação de novas plataformas de negociação de criptomoedas”, reforça Claudio Oliveira, acionista do GBB.
Totalmente reformuladas e operando com novos parâmetros de segurança, a Negocie Coins e a Tem BTC, atuam em paralelo a mais uma exchange, a Zater. “A Zater é a plataforma onde o cliente abre sua conta e faz um depósito em Reais para, a partir daí, iniciar o ‘trading’ nas duas plataformas do Grupo”, revela o acionista.








