Empresas brasileiras usam a tecnologia para limitar horas extras do home office

Empresas brasileiras usam a tecnologia para limitar horas extras do home office
Businessman hands using cell phone with laptop at office desk.

Após três meses das recomendações de isolamento em todo o país devido à pandemia de Covid-19, muitas empresas que adotaram o sistema de home office enfrentam agora dois principais desafios: o de preservar a saúde mental e a qualidade de vida de seus colaboradores; e reduzir custos com horas extras, que vêm aumentando desde março, como aponta um a pesquisa recente do LinkedIn realizada com 2 mil trabalhadores brasileiros.

A pesquisa apontou que mais da metade dos brasileiros declarou fazer horas extras diárias – variando de 30 minutos até quase quatro horas. Do total dos entrevistados, 32% afirmou estar trabalhando entre 2 e 4 horas a mais do que costumavam trabalhar antes da pandemia.

Comprometimento da saúde

Além da suscetibilidade a crises de burnout, também conhecidas como Crise de Esgotamento Profissional, essas horas a mais podem comprometer a saúde financeira das empresas em um momento em que o mundo inteiro está entrando em uma grande recessão, além de gerar passivos trabalhistas.

Esse processo de transformação no jeito como as pessoas trabalham, lança um novo desafio para os gestores de empresas e para a área de Recursos Humanos: como controlar as horas trabalhadas de forma remota?

Aumento de trabalho

“Trabalhar de casa traz benefícios, como mais proximidade com a família e otimização do tempo por não haver necessidade de deslocamento diário até o escritório, por exemplo. Porém, quando este formato não é planejado corretamente, o colaborador pode ser prejudicado com um aumento do fluxo de trabalho e com impactos negativos em sua qualidade de vida por causa de uma gestão ineficaz de seu tempo. Do lado do empregador, aumentam as dificuldades relacionadas à gestão do seu quadro de funcionários e dos processos de trabalho, além da possível perda de controle sobre o número de horas trabalhadas – o que pode resultar inclusive em processos trabalhistas por horas extras”, afirma Arthur Cymerman Asnis, sócio-diretor da Soft Trade Soluções para Recursos Humanos.

Pensando na eficiência, produtividade e conforto desse formato de trabalho tanto para o empregador quanto para o empregado, o Controle de Jornadas, uma solução da linha Worktime da Soft Trade, oferece um conjunto de softwares desenhado para otimizar os processos de RH, reduzir custos, prevenir riscos e gerar informações estratégicas para as organizações.

Controle de Jornadas

Seja dentro do escritório ou de casa, o Controle de Jornadas é personalizado de acordo com a necessidade de cada empresa. “Basicamente, nosso sistema envia lembretes e alertas aos colaboradores quando a jornada de trabalho está prestes a terminar. Um dos componentes com os quais o Controle de Jornadas conta é um agente que bloqueia o computador do colaborador de acordo com sua jornada e que é parametrizável e flexível para atender diferentes rotinas de trabalho. Além disso, permite que ele faça solicitações pontuais de extensão de jornada (horas extras) diretamente na plataforma, para serem aprovadas pelo gestor”, explica Arthur Asnis.

Tanto do ponto de vista jurídico quanto do financeiro, a solução colabora para a redução do passivo trabalhista, já que promove economia com horas extras indesejáveis, reduz a falta de marcação do ponto, agiliza o fechamento da folha de pagamento e reduz atividades de pouco valor agregado ao RH.

Ponto eletrônico

Outro benefício do Controle de Jornada é poder integrá-lo ao sistema de ponto eletrônico que já é usado pela empresa ou ao sistema da própria solução. Assim, o Controle de Jornadas avisa ou impede o colaborador de iniciar suas atividades sem marcar seu ponto e o lembra de fazê-lo antes de encerrar sua jornada de trabalho.

O Controle de Jornada reduz burocracias e facilita o processo de aprovação de horas extras entre gestor, funcionário e RH. E, como consequência, a ferramenta contribui ainda para uma melhor qualidade de vida e para a saúde dos colaboradores, ao preservar as horas de trabalho previstas.

Transformação de vidas

“O Controle de Jornadas tem sido uma ferramenta fundamental durante o home office, desempenhando um papel relevante para ajudar a assegurar a qualidade de vida dos nossos funcionários e para nos auxiliar na gestão de pessoas”, afirma Sandra Miranda Firmo, supervisora de Recursos Humanos da Fujifilm Brasil, que adotou o sistema de Controle de Jornadas da Soft Trade.

“A tecnologia, usada em prol da inovação social, tem o poder de transformar nossas vidas. Soluções como o Controle de Jornadas são pensadas para melhorar a produtividade e permitir mais qualidade de vida às pessoas, gerando melhor resultado para a empresa e para todos,” conclui Arthur.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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