Atividade-fim terceirizada traz ganhos para empresas

Atividade-fim terceirizada traz ganhos para empresas
Two factory workers monitoring cold drink bottles at drinks production plant

Caminhando para comemorar o segundo aniversário da lei sobre terceirização, muitas empresas ainda pensam que a atividade fim não pode ser terceirizada, o que não é fato. Se antes a empresa podia apenas terceirizar apenas atividades-meio, a realidade de hoje, para aumentar a produtividade de uma indústria, por exemplo, é terceirizar o máximo possível, incluindo atividade fim.

O coordenador Comercial da CWBem Serviços, Renato Pádua, cita dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018 apontando que 22% de todos os trabalhadores formais são terceirizados: “A terceirização é uma realidade em qualquer país. Acontece que antes, esta modalidade era utilizada para atividades-meio dentro de um negócio, como limpeza e segurança. Agora, a terceirização de atividade-fim já faz parte da rotina de algumas empresas contratantes. Já há a percepção de que a terceirização traz uma grande melhoria no processo produtivo”.

Uma excelente solução

Na terceirização da atividade-fim, a empresa passa a ter um parceiro que faz a gestão das das pessoas de uma maneira mais produtiva: “O terceiro tem o compromisso de manter efetivamente as pessoas nas suas atividades e a produção em alta. A rotina passa a ser muito mais equilibrada”, destaca Pádua.

Outro reflexo da terceirização está na performance, pois, quando se pode contar com alguém especializado, focado na entrega das atividades, é notória a melhoria de processos:  “Envolve revisão de fluxos e novas posições que vão desde sugestões de melhoria de layout até a implementação de ferramentas de tecnologia que vão ajudar no processo produtivo”.

Multinacionais já aderiram ao terceirizado

Em Curitiba, uma empresa multinacional de alimentos e bebidas, líder de mercado em mais de 200 países, decidiu confiar um dos processos que faz parte da sua atividade-fim para a CWBem. “Neste gigantesco projeto, eles contam com uma equipe terceirizada trabalhando direto na produção, na parte de encaixotamento da produção dos produtos para saída até os pontos de vendas”, explica Pádua. 

Ele conta que a multinacional obteve um enorme ganho de tempo e diminuição de erros em seus processos, o que é uma grande vantagem competitiva no mercado. “Estamos falando de um empresa multinacional que não precisa se preocupar com essa rotina de embalagens. A operação não fica parada, impactando positivamente nos índices de OEE (Overall Equipment Effectiveness), medida fundamental para avaliação da performance de um equipamento, por exemplo” completa Pádua.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *