Colaboradores mais felizes são 108% mais engajados, 47% mais produtivos e fecham 56% mais vendas
Estudos feitos por pesquisadores em todo o mundo revelam que 40% da nossa felicidade é construída por atividades intencionais, ou seja, quando fazemos coisas que sabemos que nos deixam satisfeitos. Outros 10% são as condições externas, que se somam a 50% da nossa genética, também responsável pela forma como buscamos a felicidade. Em relação ao trabalho, pesquisas revelam que trabalhadores mais felizes são 108% mais engajados, 47% mais produtivos, 50% mais motivados e fecham 56% mais vendas.
Esses dados foram apresentados pelo idealizador do Congresso Internacional de Felicidade, o professor Gustavo Arns, convidado do último encontro de 2020 do Grupo de Tributos e Desburocratização (GTD), promovido pelo World Trade Center (WTC) Joinville e Curitiba.
“Gosto bastante da definição feita pela professora norte-americana Sonja Lyubomirsky, de que felicidade é a ‘experiência de alegria, contentamento ou bem-estar positivo, combinada com a sensação de que a vida é boa, significativa e vale a pena’. A isso, acrescento ainda a contribuição do israelense Tal Ben-Shahar, de que a combinação entre o bem-estar físico, emocional, espiritual, relacional e intelectual definem o que seria a felicidade”, enfatiza Arns.
Além do tema relacionado ao bem-estar, a reunião online do GTD contou com apresentação sobre “Investimentos privados e contrapartidas estaduais”, feita pelo diretor de assuntos econômicos e tributários da Secretaria da Fazenda do Estado do Paraná, Gilberto Calixto. Os membros do grupo puderam se inteirar sobre o programa estadual Paraná Competitivo, e sobre as estratégias de retomada econômica para 2021.
“O Paraná precisa recuperar a capacidade de investir, para viabilizar o crescimento econômico e enfrentar os gargalos na infraestrutura, por meio da atração de investimentos privados. Temos que ter em vista que gasto tributário também é um investimento, com um olhar mais amplo. Sabemos que a guerra fiscal não é uma política virtuosa, mas nenhum estado pode ficar fora do jogo. Para isso, nossa visão é manter a competitividade das empresas paranaenses por meio de estímulos para infraestrutura, incentivos fiscais , de fomento e apoio técnico”, destaca Calixto.
Ano de reinvenção
“Foi muito satisfatório encerrar o ano com palestras sobre temáticas tão fundamentais, uma mais técnica, da área de atuação do grupo de competitividade, e outra que leva em conta aspectos de bem-estar no trabalho. Este foi um ano em que tivemos que nos reinventar, conseguimos realizar apenas um evento presencial, em fevereiro, e mais seis reuniões online, que acabaram ampliando nosso alcance, com membros de fora do Paraná. Agradeço ao WTC pelo convite de presidir o grupo, e a todos os membros pela parceria de sucesso”, celebra Diogo do Valle, diretor tributário da Philip Morris International e presidente do GTD em 2020.
Para Milton Fabricio, diretor executivo do WTC Curitiba e Joinville, o GTD segue em movimento exponencial. “É o nosso grupo de competitividade mais consolidado, com início em 2018, indo para seu terceiro ciclo anual com a presidência itinerante. Agora, quem assume é o Ricardo Guimarães, diretor de tax & holding da Electrolux na América Latina, que tem mais de 16 anos de experiência na área tributária. Além do GTD, planejamos expandir os grupos e chegar a nove temáticas, em setores variados”.
Programa de Competitividade
O WTC mantém grupos temáticos dentro do seu Programa de Competitividade, que reúnem executivos representantes das principais empresas do Sul do Brasil em encontros bimestrais. O Grupo de Tributos e Desburocratização (GTD) reúne executivos empenhados em otimizar o planejamento tributário das empresas e buscar a melhoria da competitividade no ambiente empresarial. Lançado em novembro de 2018, o grupo tem agenda permanente de encontros.


