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Boas perspectivas para empresas com interesse no mercado europeu

As empresas com interesses na Europa Central e de Leste não esperam uma deterioração significativa do negócio em 2009. Segundo as conclusões do estudo “Tempo de provas, investimentos e comércio na Europa Central e de Leste”, 85% das empresas não registraram um impacto significativo da atual recessão nestes mercados ao longo de 2008 e 67% não esperam vir a registra-lo nos próximos 12 meses.

O estudo do Grupo Atradius, que opera em Portugal, Espanha e Brasil através da Crédito y Caución, foi elaborado em colaboração com a Economist Intelligence Unit, departamento de investigação do semanário britá¢nico “The Economist”. Para a elaboração do relatório foram dadas em conta as opiniões de mais de 300 empresas de todo o mundo que têm relações comerciais com os mercados da Europa Central e de Leste ou planejam vir a ter.

O forte crescimento da Europa Central e de Leste e a desaceleração econômica dos países desenvolvidos, são os principais fatores que levaram as empresas a abordar os mercados europeus centrais de leste. Embora duas em cada três empresas prevejam dificuldades no financiamento da atividade nestes mercados, apenas 14% espera uma redução das operações na região. Para 61%, as receitas anuais devem crescer acima dos 6% nos próximos três anos, e 90% espera um aumento dos lucros em igual peíodo.

As empresas com atividade na Europa Central e de Leste planeiam diversificar a presença na região durante os próximos três anos. Embora a Polônia continue a ser uma prioridade importante, existe um interesse crescente pelos Balcás.

As previsões de abrandamento demográfico nas próximas décadas colocam a Europa Central e de Leste em desvantagem em relação a outras zonas, como a América Latina e o Sudeste Asiático, onde estudos anteriores mostraram que o aumento da população é uma das vantagens mais valorizadas pelas empresas nos mercados emergentes. Este fator é compensado pelo diferencial de prosperidade da Europa Central e de Leste em relação a outros mercados.

A adesão á  União Européia de alguns destes mercados facilitou as operações comerciais, apesar da existência de barreiras não tarifárias. Entre os principais obstáculos para operar nestes mercados, as empresas referenciam sobretudo a excessiva ou pouco clara burocracia, deficiências a nível de infra-estruturas, escassez de pessoal qualificado e aumento dos custos salariais.

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