Novo emprego é a meta dos brasileiros que trabalham com moda
Como todo início de ano, 2009 começou com esperanças de um ano melhor, apesar da crise mundial. Segundo uma enquete realizada pelo Carreira Fashion, único site de colocação profissional segmentado na área de Moda em toda a América Latina, 78% das pessoas querem conseguir um novo estágio ou emprego em 2009, e apenas 6% querem ser promovidos pelo empregador atual.
Janeiro, fevereiro e março são os melhores meses para conseguir essa colocação. Isso porque, para implementar os planos e projetos para o ano, as empresas renovam seus quadros de funcionários e realizam novas contratações. Assim a busca por novos profissionais fica mais intensa.
Para a coordenadora do site Carreira Fashion, Vanessa Moschioni, nessa época não tem descanso para quem quer crescer na carreira ou entrar no mercado de trabalho. Ela informa que em janeiro o Carreira Fashion anunciou o dobro de vagas de dezembro passado, confirmando o que dizem todos os especialistas sobre esse ser o melhor peíodo para se conseguir uma colocação profissional.
Essa época também é muito boa para os estudantes, já que os primeiros três meses do ano oferecem uma combinação de grande demanda e baixa concorrência. Há oportunidades que não foram preenchidas no final do ano, são abertas novas vagas, falta interesse por parte dos concorrentes em função das férias e os postos que foram desocupados com a conclusão de estágios e formaturas no final de 2008 estão sendo preenchidos.Â
Assim como as contratações, o setor não pára. A área de moda, que inclui empresas têxteis, confecções, varejo, entre outras, demonstra sua força e continua crescendo, apesar do momento não ser muito favorável. A primeira feira de negócios que aconteceu no país este ano, o Fashion Business, integrado ao Fashion Rio, registrou movimento de R$ 376 milhões em vendas para lojas multimarcas e US$ 15,8 milhões em exportações, resultando num crescimento de 1,6% e 2% respectivamente, conforme informações da ABIT.
Com relação as contratações, ainda segundo a ABIT, o setor gerou 28 mil postos de trabalho em 2006, 45 mil em 2007 e, em 2008, até novembro, 51 mil. Já no mês de dezembro, sempre há queda no número de empregos.








