Certificado facilita na hora de exportar

Exportadores paranaenses já sentem os benefícios de utilizar o Certificado de Origem Digital (COD). Disponível desde maio, o documento, indispensável na atividade exportadora, possibilita a certificação mais rapidamente que os processos regulares. No Paraná, uma das entidades que emite o Certificado de Origem é a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN).

O Certificado de Origem é um documento oficial que garante que um produto sujeito a exportação é originado de determinado País. በo documento pelo qual o exportador declara que a mercadoria a ser exportada cumpre as exiências estabelecidas pelos acordos de complementação econômica entre os países, assim como as normas de origem para cada acordo em questão.

A indústria de papelão Há¶rlle, de Campo Largo, utiliza o COD desde o início de julho e destaca a agilidade no processo como o principal diferencial. Segundo a responsável pela área de comércio exterior da empresa, Rita de Cássia Matias, no método convencional era preciso fazer todo o processo, enviar para a Fiep e aguardar a aprovação. Isso levava uns dois dias. Agora, todo o processo leva uns cinco munitos.

Rita ressalta, ainda, a facilidade em preencher o certificado. De acordo com ela os dados já ficam cadastrados e o dos importadores também. Com uma busca rápida já se consegue todos os dados necessários. A indústria exporta papelão para Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

A Fiep é a primeira entidade no Estado a emitir o Certificado de Origem Digital, implementado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para o exportador, a principal vantagem da nova modalidade é a agilidade na obtenção do documento. Com o novo sistema, o tempo médio de emissão do COD é de 10 minutos – no processo regular, a emissão se dava em cerca de dois dias. O Certificado de Origem Digital é uma inovação oferecida pelo CIN á s empresas paranaenses que auxilia o exportador neste momento de crise, diminuindo o tempo de espera e reduzindo custos”, diz a coordenadora do CIN, Janet Pacheco.

Soma

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