Sebos, um negócio que depende da percepção de oportunidades do empreendedor

Embora os primeiros sebos, tenham surgido na Europa no século 16, quando os mercadores começaram a vender papiros e documentos importantes da época aos pesquisadores, no Brasil, não há um registro preciso de quando essa atividade começou. Mas hoje ela atinge as capitais e as grandes cidades, onde o ensino superior está presente.

Poucas informações são encontradas sobre o mercado dos sebos. Neste sentido, o negócio vai depender muito da percepção de oportunidades do empreendedor. O sucesso do negócio está ligado a um conjunto de fatores. E entre eles estão o gosto do comerciante pela atividade; o conhecimento do processo de compra dos produtos usados, ou seja, onde encontrá-los; ter uma boa política de compras e de definição de preço de venda; prazer em atender bem os freqá¼entadores; interesse em localizar as obras solicitadas pelos clientes e agregar atividades culturais no local da loja.

Outro detalhe: o sebo é um negócio que requer um perfil especial do empreendedor que deseja lançar-se nesse ramo. Requer dedicação pessoal, muito gosto pela atividade e conhecimento sobre o conteúdo daquilo que está comercializando. Já a localização deve levar em conta a proximidade de universidades, centros de ensino, centros culturais e locais de grande fluxo de pessoas.

O investimento em um sebo considerando um estoque inicial de 5 mil unidades, é de R$ 25 mil. Se forem vendidos 100 exemplares por dia, ao preço médio de R$ 5, cada, o faturamento pode chegar a R$ 10 mil por mês. Portanto, podemos dizer que o investimento acessível e a demanda constante são as vantagens do negócio.
Em todo o Paraná existem registrados como sebo mais de 50 estabelecimentos, sendo 20 só em Curitiba.

Soma

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