Associação dos Fabricantes de Instrumentos Musicais aposta em trading para crescer
Dezesseis representantes de indústrias brasileiras, filiadas á Associação Nacional dos Fabricantes de Instrumentos Musicais e áudio (Anafima), reunidos em São Paulo no Projeto Comprador, incentivado pela Aência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), decidiram criar uma companhia trading que possa, a partir de 2010, auxiliar as empresas do setor a exportar mais e, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais em mercados internacionais.
A primeira etapa da criação de uma companhia trading comum á s associadas da Anafima deverá se instalar no Centro de Distribuição da Apex em Miami, nos Estados Unidos, principal mercado aos fabricantes nacionais de instrumentos musicais e de equipamentos de áudio.
As maiores indústrias do segmento nacional já possuem estruturas próprias de exportação. Mas a grande maioria ainda não opera em outros mercadosâ€, explica Anselmo Rampazzo, presidente da Anafima. Embora já tenhamos a obrigatoriedade de aulas de música nas escolas públicas e privadas, a demanda por instrumentos musicais e equipamentos de áudio aqui no Brasil é pequena e inconstante. Por isso, o ideal é que as indústrias tenham na exportação de 15% a 20% de sua produção anualâ€.
Segundo Rampazzo, em muitos países da Europa e nos Estados Unidos, 90% da demanda por instrumentos musicais refere-se á s aquisições feitas por escolas. E a música é obrigatória. Assim, o fluxo de compras é bastante regular. Esses mercados se mostram sempre acessíveis aos produtos brasileiros. Obviamente, o único obstáculo é a atual cotação do dólar e do euro, muita baixa. Mas, de outra parte, manter 20% da produção para o setor exportação é bastante salutarâ€.








