Investimento estrangeiro deve equilibrar oferta de imóveis comerciais e de escritórios
A onda de investimento estrangeiro no Brasil está cada vez maior, chegando a marca de 2ª maior da década. Com a China deixando o “hall” dos BRICs, o que dará ainda mais visibilidade ao Brasil, e com os grandes eventos programados para 2014 e 2016, Copa do Mundo e Olimpíadas, respectivamente, essa onda de otimismo promete crescer ainda mais, principalmente no setor da construção civil. Contudo, para atender a essa demanda, será necessário muito planejamento, especialmente no setor de locação e venda de imóveis corporativos e comerciais no Estado de São Paulo, que atrai quase a metade de todo o investimento estrangeiro direto do País.
Segundo a diretora de serviços corporativos da Herzog Imóveis Comerciais e Industriais, Simone Santos, “o fluxo de investimentos externos é bem-vindo para a área imobiliária corporativa, pois um dos maiores problemas no Brasil sempre foi o custo do dinheiro. Sendo assim, o apetite dos investidores de ocupar espaços disponíveis no mercado brasileiro é benéfico a todos”.
A especialista também afirma que a grande quantidade de empresas pensando em abrir negócio ou expandir suas atividades no Brasil deverá acentuar bastante a demanda por espaço. “As sucessivas crises econômicas nacionais sempre ajudaram a balancear a oferta e a demanda de espaço corporativo. Dessa forma, como a previsão é que o Brasil cresça de forma acentuada, por um longo peíodo, essa entrada de recursos, com custo mais barato, fará com que o estoque colocado á disposição no mercado, possa suprir a demanda projetada de espaço”, salienta Santos.








