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Juro do cheque especial é o maior desde 2009

A taxa de juros do cheque especial subiu para 7,63% ao mês ou 141,66% ao ano, em janeiro, atingindo o maior patamar desde abril de 2009, de acordo com dados da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgados nesta quarta-feira (9). Em dezembro, a taxa de juros do cheque especial foi de 7,57% ao mês, equivalente a 140,05% ao ano.

Os juros do empréstimo pessoal em bancos passaram de 4,77% para 4,85% ao mês entre dezembro e janeiro. Ao ano, a taxa dessa modalidade de financiamento avançou de 74,92% para 76,53%. Ainda de acordo com o levantamento, os juros mensais do comércio passaram de 5,69% em dezembro para 5,79% em janeiro. Ao ano, os juros dessa modalidade de crédito atingiram 96,49%, ante 94,27%. A taxa é a maior desde junho de 2010, quando atingiu 5,88% ao mês (98,5% ao ano).

Outras linhas de crédito analisadas pela Anefac também registraram alta nas taxas de juros em janeiro, frente a dezembro. A taxa média mensal do CDC para financiamento de automóveis passou de 2,40% para 2,46% ao mês – a maior taxa desde junho do ano passado, quando era de 2,48% ao mês.

Os juros dos empréstimos em financeiras também aumentaram entre janeiro e dezembro, de 9,64% para 9,68% ao mês. Essa taxa é a maior desde julho de 2010, quando era de 9,82% ao mês.
A taxa do cartão de crédito, contudo, manteve-se estável entre um mês e outro, em 10,69% ao mês. Essa taxa é a maior desde junho de 2000, quando estava em 10,70%.

Segundo especialistas, como a dívida do cheque especial é uma das mais caras, o empréstimo consignado ou o crédito pessoal podem ser formas de diminuir a taxa de juros para aqueles que já estão no limite da conta. Quem fizer essa opção deve analisar com atenção o contrato feito com o banco e o valor da taxa cobrada pelo empréstimo. Outra forma de evitar novos problemas é pedir que a instituição cancele essa linha de crédito, encerrando o limite do cheque especial. Para isso, entretanto, é necessário que o cliente negocie seus débitos atuais com o banco.

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