Novo presidente do Sebrae destaca a importá¢ncia das microempresas

A importá¢ncia das micro e pequenas empresas para a economia brasileira foi destacada durante a posse da nova diretoria do Sebrae e da presidência do Conselho Deliberativo Nacional. Em cerimônia realizada na manhá desta quarta-feira (9), em Brasília, o novo presidente da instituição, Luiz Barretto (foto), afirmou que os negócios de micro e pequeno porte somam quase seis milhões de empresas no país e empregam 53% da força de trabalho formal. As micro e pequenas empresas são as grandes geradoras de oportunidades de emprego e renda e também o motor do nosso mercado interno. E esse papel se torna ainda mais importante em momentos especiais, como o que estamos vivendo no Brasil”, disse, em seu discurso.

A presidência do Sebrae foi transmitida a Barretto pelo ex-presidente da instituição, Paulo Okamotto. A cerimônia também marcou a transmissão do cargo de presidente do Conselho Deliberativo Nacional, que passou de Adelmir Santana para Roberto Simões. Os diretores Carlos Alberto dos Santos (diretoria-técnica) e José Claudio dos Santos (diretoria de administração e finanças) foram reconduzidos aos cargos ocupados na gestão anterior.

A importá¢ncia das micro e pequenas empresas também foi destacada pelo ex-presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Acredito que é preciso distribuir conhecimento, oportunidade e poder. E as micro e pequenas empresas são uma forma muito importante de fazer isso, de criar oportunidades para todos”.

Empossado na presidência do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae, Roberto Simões lembrou que ainda há um longo caminho a percorrer. Enquanto os pequenos respondem por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, na Argentina chega a 60%. Já se fez muito, mas ainda há muito a fazer para tornar o ambiente ainda mais favorável. Isso depende do nosso esforço”, afirmou.

Já o ministro Fernando Pimentel destacou que a instituição terá o apoio do ministério para desenvolver seus projetos. Precisamos reconhecer o papel da MPE no desenvolvimento da economia. A força e a pujança das micro e pequenas empresas mostrou que o Brasil não só precisa como quer e requer o apoio das micro e pequenas empresas”, disse Pimentel.

Soma

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