Setcepar lamenta demora para a duplicação da Serra do Cafezal
Apesar de alertar para a importá¢ncia da duplicação dos 30 quilômetros em pista simples da BR-116, na região da Serra do Cafezal, o Presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar), Gilberto Antonio Cantú (foto), não comemora a duplicação dos onze quilômetros que acabam de terem sido duplicados. Já foi um avanço, mas está longe de resolver o problema. A obra nos 19 quilômetros restantes ainda depende de uma complexa licença ambiental, num processo que se arrasta há mais de uma década. Esta demora coloca em risco a vida de milhares de motoristas diariamenteâ€, explica.Cantú lembra que este trecho da BR-116 é extremante perigoso e que a documentação necessária para a licença ambiental foi entregue em maio ao Ibama. Depois disso, duas audiências públicas foram realizadas e ainda não há previsão de uma resposta ao pedido. በmuita irresponsabilidade postergar ainda mais esta duplicação, até mesmo porque, depois de conseguir a licença, a obra ainda levará três anos para ficar pronta. Ou seja, pelo menos até 2015 continuaremos com acidentes gravíssimos acontecendo no local, sem que uma atitude sensata sobre a duplicação da Serra do Cafezal seja feitaâ€, destaca.
Vale lembrar que a maior parte do fluxo na Régis Bittencourt é composta por veículos pesados: a proporção é de seis para cada quatro veículos leves. Além da Serra do Cafezal, há outros três trechos de montanha, somando 80 quilômetros no trajeto de 400 quilômetros entre São Paulo e Curitiba. Apesar de representar 20% do percurso, os trechos de serra concentraram 40% dos acidentes em 2012.








