Tenho R$ 1.000. Onde investir?
O brasileiro, tradicionalmente, não é um poupador. Mas esta é uma tendência que, certamente, vai mudar em pouco tempo. Em um cenário econômico de incertezas, tanto do ponto de vista internacional, quanto local, começar o quanto antes a investir é a maneira mais adequada de proteger as economias das oscilações do mercado e, sobretudo, começar a planejar um futuro mais promissor. Portanto, independentemente do montante que há em caixa, o importante é começar. Quantas pessoas mantêm o discurso de que R$ 1.000, por exemplo, é um valor irrisório para investimento? Ou que com esse valor só dá para aplicar na caderneta de poupança?
Segundo Aline Rabelo, coordenadora do Investmania, desenvolver o hábito e a disciplina é muito mais relevante do que o valor inicial da aplicação. “Se no Brasil, a educação financeira fosse ensinada às crianças, o que chamo de ‘filosofia do cofrinho’, na qual, desde a infância, o indivíduo aprende a guardar as suas economias, mesmo que centavos de real, para atingir um objetivo de longo prazo, com toda certeza, o mercado de investimentos no Brasil seria muito mais desenvolvido”, destaca.
Mas antes de escolher a modalidade de investimento (sim, são muitas e bastante atraentes!), é essencial que a pessoa identifique qual é o seu o perfil, ou seja, a que tipo de riscos está determinada a se expor. Para Aline, variáveis como idade, estado civil, quantidade de filhos, o quanto poderá aplicar por mês e qual o prazo em que poderá dispor do recurso, refletem muito esta aptidão e a possibilidade real de aderir a produtos com maior volatilidade, como os de renda variável, por exemplo.
“E na tomada de decisão, pesquise!”, alerta Aline. Afinal, a taxa de administração que será cobrada, custos como custódia ou tributação vigente, são fatores que podem impactar na rentabilidade final. Procurar uma corretora, um banco ou profissionais especializados, pode ajudar a resolver este dilema. E nesse sentido, o Investmania também pode apoiar. A rede social promove a interação tanto de investidores iniciantes, como experientes, ou simples interessados neste universo, com especialistas de diversas áreas, como analistas fundamentalistas e gráficos e profissionais do mundo jurídico, de instituições financeiras e de empresas de capital aberto. “A troca de experiências entre os participantes e parceiros vem contribuindo para fomentar a educação financeira e ajudando a derrubar mitos quando os assuntos são os investimentos, a organização das finanças pessoais e o controle adequado do orçamento doméstico”, finaliza a executiva.


