Casa do Notebook aposta em lojas de rua em cidades a partir de 50 mil habitantes

A Casa do Notebook – rede de franquias de assistência técnica e venda de acessórios para notebooks  – está comemorando 25 anos e o crescimento constante num mercado onde a carência por este tipo de serviço profissional no varejo é muito grande. A rede, que hoje possui 44 unidades já comercializou mais 6 franquias desde o início desse segundo semestre e está apostando em lojas de rua em cidades a partir de 50 mil habitantes. “A venda de notebooks ultrapassou a de desktops em 2011. Em 2013 a previsão mundial é de alcançar o total de 207 milhões de notebooks vendidos. Por sua vez, os tablets e smartphones vêm superando todas as expectativas e a Casa do Notebook já oferece serviços de assistência técnica e venda de acessórios e peças para esses portáteis”, explica Paulo Castanho, diretor da empresa.

Segundo Castanho, não é somente o aquecimento do mercado e a falta de mão de obra especializada e confiável que tem feito a Casa do Notebook ser tão procurada no último ano para a venda de franquias. “As lojas são extremamente funcionais e o custo é infinitamente inferior a uma franquia deste segmento”, declara ele. As lojas são pequenas, de 35m² a 50 m² e possuem duas áreas: o atendimento ao cliente, com a recepção dos equipamentos e venda de acessórios e peças e um pequeno laboratório técnico ao fundo.

Com um investimento a partir de R$ 85 mil é possível ter uma loja montada e equipada, com todo o treinamento necessário aos franqueados, em cidades até 200 mil habitantes. Uma característica que também tem atraído muitos investidores à Casa do Notebook é o fato dos franqueados terem total liberdade para fechar contratos e vender produtos de diversos fornecedores, sem precisarem repassar uma porcentagem do faturamento à franqueadora, já que os royalties são fixos. “Além disso, é uma das franquias que possuem a lucratividade mais alta do mercado. Uma loja, cujo faturamento médio é de R$ 30 mil, pode render uma lucratividade de 25% aos franqueados”, detalha Castanho.

Até o final deste ano, as 6 novas unidades comercializadas serão inauguradas nas cidades de Belo Horizonte/MG, Araguaína/TO, São Bernardo do Campo/SP, Pouso Alegre/MG, Teresina/PI e Santo André/SP. A meta da empresa para 2014 é alcançar 70 unidades em operação e, em 5 anos, chegar a 200 lojas em todo o país. A Casa do Notebook fechou o ano de 2012 com um faturamento de R$ 8 milhões e deve chegar aos R$ 10 milhões até dezembro deste ano.

Fundada em 1988 em São Paulo, a Casa do Notebook passou por todas as fases da microinformática: Vendeu PCs e acessórios, ofereceu cursos de dBase e Lotus 123, desenvolveu sistemas administrativos em Clipper, implantou redes Novell, seguindo as necessidades e as tendências do mercado. Mas foi em 1992 que ocorreu a grande mudança. A consultoria a uma grande rede de restaurantes possibilitou uma viagem aos Estados Unidos, onde os diretores da empresa puderam observar o sucesso da computação portátil. Os laptops começavam a se tornar uma nova tendência, e peça chave para os executivos que faziam viagens de negócios. Voltando ao Brasil, a decisão já estava tomada e a ideia era focar num segmento novo e de futuro e seus sócios resolveram registrar a marca “Casa do Notebook”.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *