Consórcio Servopa atrai novos consumidores de imóveis

Adquirir um bem através de grupos de consórcios é uma prática bastante conhecida do consumidor brasileiro. Nos anos 1990, quando os financiamentos eram pouco atrativos às classes “C” e “D”, devido às altas taxas de juros e ao número limitado de parcelas que comprometia a renda mensal destes consumidores, os consórcios eram a única saída para aqueles que queriam adquirir um bem, principalmente automóveis, sem ter que pagar a vista, tão pouco comprovar renda, dispor de avalistas ou esbarrar em outras burocracias.

Com o aumento do poder de consumo, o país apresentando crescimento na taxa de empregos, e nos anúncios de novas aberturas do mercado no Paraná para as empresas multinacionais de bens de consumo se instalarão no estado, aumenta-se também a expectativa dos consumidores para a aquisição de carros novos, imóveis, computadores, entre outros bens.

O setor de consórcio aproveita todos os momentos da economia para crescer. Por isso, o Consórcio Servopa investe constantemente para criar novos produtos, novos grupos e oportunidades de negócios, como o 13º grupo de consórcio de Imóveis, com créditos que vão de R$ 80 mil a R$ 160 mil, buscando atrair um novo perfil de consumidor: o jovem, que antes não olhava esta modalidade com bons olhos e agora, busca um investimento seguro e com as melhores taxas do mercado.

De acordo com o gerente da Servopa Administradora de Consórcios, Mario Munhoz, o consumidor mais jovem descobriu o consórcio como forma de investimento e segurança para o futuro. “Hoje em dia é muito comum recebermos clientes de 20 a 30 anos que sabem fazer planejamento financeiro e buscam no consórcio, principalmente, de imóveis, uma segurança para a aposentadoria”, comenta Munhoz.

Além da estabilidade que o consórcio apresenta frente ao cenário econômico, o custo final é significativamente menor para a aquisição do bem. Apesar do consumidor não obter o produto no ato da assinatura do contrato, a conta final da sua aquisição chega a ser quase 300%. “A vantagem do consórcio é simples, a modalidade tem apenas a taxa de administração que se divide mês a mês, e a atualização dos valores é feita a com base na valorização ou desvalorização do bem. Muitas vezes o cliente começa pagando um valor de parcela e em um determinado mês a parcela diminui. Depende do valor do bem no mercado. Mas o custo final sempre será menor do que um financiamento direto”, afirma Mário Munhoz, da Servopa Administradora de Consórcios, que completa, lembrando que no final de outubro começam as entregas do grupo de consórcio imobiliário com cartas de R$ 250 mil a R$ 500 mil.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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