Turista precisa avaliar impacto da alta do dólar na viagem ao exterior
O brasileiro está viajando mais ao exterior e, como consequência, gastando mais. No entanto, com a elevação na cotação do dólar, é preciso planejar como vai ser feito o gasto lá fora. Atualmente, além do dinheiro em espécie, há opções como travellers checks, cartões de crédito, débito e cartões pré-pagos internacionais. Antes de eleger a melhor forma, é importante conhecer as vantagens e desvantagens de cada um para evitar transtornos.
Planejar e organizar uma viagem internacional envolve uma série de providências por parte do viajante. Entre tantos detalhes para resolver, saber qual é a melhor forma de cobrir os gastos durante o passeio é um dos itens principais. São várias as opções: dinheiro em espécie, cheques, cartões de crédito, débito e pré-pagos internacionais. Antes de eleger a melhor forma, é importante conhecer as vantagens e desvantagens de cada um para evitar transtornos.
De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças no Paraná (IBEF-PR), Clécio Chiamulera, o principal benefício do cartão de crédito e dos cartões pré-pagos é a segurança, já que nessas duas opções não há como perder ou ser vítima de roubo. No entanto, é importante ficar atento às desvantagens de cada uma delas. “Todas as despesas efetuadas no exterior com cartões de crédito vêm sempre com um imposto significativo. No caso dos cartões pré-pagos, as principais desvantagens são o risco de perda ou roubo, a necessidade da compra antecipada e o pagamento da taxa de câmbio maior do que a oficial”, explica.
Embora seja a opção mais óbvia e a mais utilizada, levar dinheiro em espécie não traz tantas vantagens como muitos imaginam. “O ideal é levar apenas o equivalente a uns US$ 300 para as despesas com alimentação e táxi, já que, se houver sobra na volta, a venda será por uma taxa menor de câmbio, gerando perda para o viajante”, diz Chiamulera. Outra alternativa que deve ser analisada durante as compras no exterior é o cartão de débito internacional, cujo câmbio é fechado pelo valor do dia e pelo câmbio oficial, sem ágio e sem impostos. O presidente do IBEF-PR ressalta que é importante tomar o cuidado de liberar o cartão antes da viagem e também analisar o limite de saque diário, pois alguns bancos, por medida de segurança, deixam um limite baixo que pode ser aumentado mediante solicitação prévia antes da viagem.
pois de cumprida a penalidade e se não houver mais motivos, os prestadores de serviços turísticos e os guias de turismo poderão requerer a reabilitação perante o Ministério do Turismo. Caso o guia de turismo seja reincidente, fica obrigado à comprovação de ter realizado curso de reciclagem.








