1 em cada 3 investidores de cripto já perdeu acesso à própria carteira

1 em cada 3 investidores de cripto já perdeu acesso à própria carteira

Quase um terço nunca recuperou o dinheiro

 Você se lembra da senha da sua carteira de cripto? E do local onde guardou sua seed phrase? Para muitos investidores, a resposta é não, e o custo disso pode ser alto. Uma pesquisa da Oobit com 1.000 investidores de criptomoedas revela que 35% já perderam acesso a uma carteira ou conta, e que quase 1 em cada 3 desses casos resultou em perda permanente dos ativos.

O problema é mais grave do que parece. Mais de 1 em cada 10 investidores que perderam acesso (12%) relataram prejuízo superior a US$ 5.000 em um único incidente. E 30% das vítimas de perda permanente sequer sabiam, antes de tudo acontecer, que a perda poderia ser definitiva.

“O maior erro que as pessoas cometem é não escolher a carteira errada. É assumir que vão se lembrar de como acessar novamente”, diz Eduardo Prota, General Manager Brazil and Head of Latam da Oobit.

“Alguns minutos de preparação hoje podem ser a diferença entre recuperar seus ativos e perdê-los para sempre”, alerta Prota.

Dados que exigem atenção

Os números mostram que o esquecimento é muito mais comum do que se imagina. Segundo o levantamento:

• 33% perderam acesso por senha esquecida, a causa mais comum

• Apenas 25% armazenam sua seed phrase em papel; apenas 6% usam backup em metal

• Somente 15% já testaram o próprio processo de recuperação

• 10% pararam completamente de usar cripto após a experiência

• 66% consideram recuperar uma conta bancária mais fácil do que recuperar cripto

A maioria dos casos é evitável

Apesar dos números preocupantes, 40% dos investidores que passaram pelo bloqueio melhoraram seus hábitos de segurança depois, o que indica que a experiência serve de aprendizado.

A pesquisa aponta caminhos simples de prevenção: anotar a seed phrase em local seguro, salvar códigos de backup do 2FA e usar um gerenciador de senhas são medidas básicas que a maioria ainda ignora.

A confiança no setor também pode melhorar: 42% dos entrevistados dizem que opções de recuperação mais claras e confiáveis seriam o principal fator para aumentar a segurança percebida, superando todos os outros fatores por mais de 10 pontos percentuais.

Pesquisa

A Oobit entrevistou 1.000 pessoas que possuem criptomoedas e/ou NFTs via CloudResearch Connect. A amostra é composta por 58% millennials, 19% geração X, 19% geração Z e 4% baby boomers.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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