Esmalterias, um setor de baixa concorrência e boa lucratividade
O segmento de beleza e estética apresenta grande potencial de crescimento e lucratividade. E as esmalterias estão num nicho em franca expansão. As brasileiras são as segundas maiores consumidoras de esmaltes do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Acontece que muitos empreendedores ainda têm dúvidas em relação à diferença entre os salões de beleza e as esmalterias. O salão de beleza tradicional é um modelo genérico, onde há convergência de vários serviços de embelezamento em um só local. Já a esmalteria remete a um local especializado em esmaltes, seja pela venda ou aplicação dos produtos.
Ao montar uma esmalteria, o empreendedor deve definir de forma clara o perfil de cliente que quer atrair e adequar todos os aspectos do seu negócio. Geralmente, as esmalterias estão localizadas em bairros nobres. E os preços cobrados são superiores aos dos salões convencionais.
A loja deve estar sempre atualizada com inovações, tendências e realizar boas parcerias com fornecedores para ter seu preço de venda competitivo. Isso despertará o desejo do cliente retornar com frequência para conferir as novidades. Em muitos casos, a maior parte do faturamento virá de serviços especializados na aplicação dos insumos adquiridos, como por exemplo, o alongamento de unhas.
Por último, pode-se concluir que o cenário é positivo e o momento de empreender neste nicho é oportuno, especialmente em função da pouca oferta especializada em relação ao mercado de potenciais consumidores. Só para se ter uma ideia, o número de esmalterias em todo o Paraná não chega a uma dezena.








