Lidar com as diferenças das novas gerações é o grande desafio das empresas contemporâneas
A sociedade atual é composta por gerações de diversos tipos de pessoas e de consumidores. São pessoas nascidas em diferentes momentos da história, que carregam valores únicos de acordo com seu tempo, e que influenciam diretamente o meio social. E esse tem sido o grande desafio das empresas contemporâneas. Até há algum tempo atrás, uma geração era definida a cada 25 anos, porém, nos dias de hoje, já não se espera mais um quarto de século para se instaurar uma nova classe genealógica. Atualmente os especialistas apontam que uma nova geração surge a cada 10 anos apenas. Nas empresas, isso implica em pessoas de diferentes idades e costumes vivendo em um mesmo ambiente de trabalho, trocando experiências e gerenciando conflitos em períodos cada vez menores.
Pesquisas feitas pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) e pelo IBGE Inteligência apontam que as empresas que conseguem promover uma boa convivência entre as quatro gerações formadas pelos chamados“Baby Bommers com idade acima de 45 anos; X entre 30 e 40 anos ; Y de 20 a 29 anos e Z composta de pessoas nascidas depois de 1995, conseguem potencializar melhor os seus negócios. Mas, isso não é uma tarefa fácil.
A atualíssima geração Z, merece destaque pelo fato de ser a mais recente e impactante. O seu perfil imediatista e flexível tem modificado as estruturas gerenciais das empresas que, através disso, estão se tornando obrigadas a se adaptarem às novas tecnologias. Com isso, estão largando na frente na corrida mercadológica em relação às empresas que se acomodaram em seu tempo.
Algumas pesquisas mostram que a Geração Z é menos motivada por dinheiro do que a Geração Y, porém tem mais ambições empreendedoras. A pró-atividade com relação aos meios digitais também leva muitos a desejarem ter sua própria start-up. Aliás, estes jovens trabalhadores não nasceram para ser empregados e sim para empreender e empregar. Já o trabalho para eles precisa ser uma extensão da casa.
Diante de tantas diferenças, entender com quem se está relacionando e saber interpretar seu comportamento vai se tornar daqui para frente um grande diferencial competitivo para as organizações contemporâneas.








