Comércio busca na internet alternativas para continuar sobrevivendo
Em tempos de crise, a adaptação dos negócios é critério fundamental para a sobrevivência de muitas corporações. E isso tem acontecido no comércio. Por exemplo: muitas lojas físicas estão migrando para a internet buscando fugir das dificuldades, reduzir custos e aumentar as vendas. Algumas pesquisas mostram que esta opção tem dado resultado. Enquanto o comércio geral amarga resultados negativos, inclusive nos meses de maio, junho e agosto, quando se comemorou o Dia das Mães, Namorados e Pais, o e-commerce cresceu 16% em faturamento entre janeiro e junho deste ano. Outro dado significativo, segundo aponta uma pesquisa da E-bit, que é uma empresa especializada em informações do comércio eletrônico, é o total de pedidos que chegou a quase 50 milhões de compras pela internet só no primeiro semestre, e pode passar de 108 milhões até o final do ano.
Diante deste novo cenário, o número de lojas virtuais entrantes no mercado cresceu 42% no primeiro semestre do ano, com a abertura de nada menos do que 55 mil novos ambientes de compra. A partir dessas novidades, começam as discussões para o que fazer em termos de diferenciação.
Eu conversei com especialistas em comércio eletrônico, e entre eles é unânime a opinião de que a facilidade de receber um produto sem sair de casa, já não chama tanta atenção assim dos consumidores. Agora, a forma como o cliente é atendido, a facilidade de encontrar o produto dentro da loja virtual, a simplicidade no processo de finalização e pagamento, e o tempo e a forma como o produto é enviado são os diferenciais buscados pelos consumidores mais exigentes.
Além disso, a oportunidade de alcançar os consumidores através das versões da loja virtual para dispositivos mobile, também têm ampliado as chances de negociação e sucesso.








