Crédito ou débito: qual a melhor opção para lojistas e consumidores?

cartão de créditoCrédito ou débito? Esta pergunta é muito comum para o consumidor quando ele vai a um estabelecimento comercial para pagar uma conta. A verdade é que as duas modalidades de cartões trazem vantagens e desvantagens aos lojistas e consumidores. Portanto, as condições de pagamento devem ser muito bem avaliadas para a decisão.

A principal diferença entre o cartão de crédito e débito é o prazo de pagamento. Enquanto no cartão de débito há uma imediata retirada do valor da conta corrente, no crédito a compra realizada poderá ser paga em até 40 dias. Para o consumidor, outra vantagem na hora de escolher entre o débito ou crédito está a segurança de não portar dinheiro em espécie. Se a opção for pelo crédito, o consumidor ganha pontos ou milhas na hora de parcelar uma compra e também é uma boa alternativa para ser usada em situações de emergência financeira, pois não necessita de fiador ou enfrentar a burocracia dos bancos. Já o débito também é uma opção prática, e facilita a organização das finanças do consumidor.

Atualmente, mais de 100 milhões de brasileiros possuem um cartão de crédito ou débito. Por isso, no caso das pequenas e médias empresas ter uma máquina pode ajudar no aumento do faturamento ou na atração de novos clientes. Mas, antes de adotar o sistema de pagamento por meio eletrônico, é preciso que o empresário tenha a certeza de que o seu negócio irá se beneficiar dessa decisão. Ou seja, as taxas do aluguel das máquinas, a comissão sobre o valor de uma venda e a demora para receber o dinheiro do pagamento realizado por cartões de créditos, podem não ser vantagens para o pequeno empresário.

Neste sentido, é fundamental que o empresário faça um planejamento dos custos fixos e uma projeção para a comissão de cartão de crédito e de débito, além do valor do aluguel da máquina e o custo da conta telefônica ao fim de um mês. Outra opção para o empresário é negociar um desconto nas taxas, que são cobradas de acordo com o volume mensal das vendas. Mas, para que isso aconteça, é importante ter todas as informações financeiras do negócio em ordem. E dependendo da bandeira adotada, há a possibilidade de antecipar recebimentos das vendas via cartão de crédito.

Algumas operadoras de cartão permitem que outros serviços sejam realizados na máquina, como a recarga de celulares pré-pagos. Essa opção pode ser interessante, por exemplo, para lanchonetes, padarias ou farmácias. Cada vez que o serviço é utilizado, a empresa recebe uma quantia que, ao longo de um mês, e dependendo do valor, poderá, inclusive, cobrir o valor do aluguel da máquina.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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