Parceria do MCTIC com Sebrae e Senai disponibiliza R$ 600 mil para empresas paranaenses
O Programa Sibratecshop do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) está com inscrições abertas no Paraná. Micro e pequenas empresas da unidade federativa em busca de subsídios para a prototipação de projetos têm até o dia 31 de julho para se inscrever. A parceria do MCTIC com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) disponibilizará R$ 600 mil para as empresas paranaenses.
Para participar, é necessário ter faturamento anual máximo de R$ 3,6 milhões. Dentro do Sibratecshop, o valor total de cada projeto é limitado a R$30 mil, sendo de 50% a 60% do valor é subsidiado pelo Sebrae do Paraná. A entidade executora será o Laboratório Aberto do Senai em Maringá, no Noroeste do estado.
“Uma das dificuldades dos empreendedores é acessar laboratórios com equipamentos de última geração. Qualquer pessoa pode ir nesse laboratório aberto e tentar fazer protótipos, numa fase de pré-elaboração. A ideia é se envolver no processo, é o próprio inventor executar o seu protótipo”, afirma o tecnologista da Coordenadoria Geral de Serviços Tecnológicos (CGTS) da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec) do MCTIC, Sergio Knorr.
Diferentemente do conceito tradicional de laboratórios, que são fechados para públicos específicos e gerenciados por professores ou pesquisadores, o laboratório de Maringá oferece acesso para o uso de sua infraestrutura no desenvolvimento de ideias, estimulando a interação entre usuários e a busca de soluções conjuntas.
Atualmente, o Sibratecshop conta com 11 laboratórios no país. Eles estão instalados nos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Paraíba, Minas Gerais (duas unidades), Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
“A ideia surgiu em 2014, entre MCTIC, Senai e Sebrae Nacional, por conta da necessidade de fazer prototipagem rápida. O Senai possui equipamentos de última geração, então criamos laboratórios abertos em que a pessoa pode usufruir do local para transformar sua ideia em produto”, explica Knorr.








