Inovação pode ser uma boa iniciativa para que as empresas voltem a crescer

inovaçãoEm tempos de dificuldade e arrocho financeiro como o que estamos passando, incentivar os trabalhadores a se tornarem mais inovadores e procurar por soluções, pode ser uma boa iniciativa para que as empresas voltem a crescer. Entretanto, o que nós temos visto nos últimos anos é que as empresas de uma forma geral têm investido muito pouco em inovação. Só para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria mostra que as grandes empresas investem apenas 5% de seu orçamento em inovação, enquanto que nas pequenas e médias empresas, este porcentual varia entre 1% e 3%. E olhe que existe até linhas específicas de financiamento destinadas à inovação.

Em primeiro lugar, é importante lembrar aos empresários que a inovação não depende necessariamente de grandes investimentos ou da existência de grandes tecnologias. Trata-se de algo que envolve mudança de atitude e de hábitos. Uma boa opção é a empresa se cercar de pessoas que tenham fôlego suficiente para o surgimento de novas ideias e para tocar novos projetos.

Outro ponto importante é que a inovação não provém de um gênio individual. Por isso, vale lembrar que a maior parte das inovações foi criada através de grupos de pessoas trabalhando juntos. Neste sentido, as empresas devem estimular a criação de redes de trabalho colaborativo, bem como a troca constante de ideias.

Conversando com alguns consultores de empresas eles me disseram que buscar a inovação por meio de múltiplas fontes, tanto internas quanto externas, é outra alternativa. Isso significa que quando pessoas com diferentes pontos de vista convergem, acabam criando projetos de inovação que sozinhas não conseguiriam pensar.

Também é fundamental que os empresários se mantenham abertos a ideias estranhas, pois nunca se sabe de onde uma inspiração pode brotar para um novo processo, produto ou embalagem.

E, por último, as correções são necessárias para criar e manter o nível de inovação funcionando perfeitamente. Para tanto, todo líder de uma empresa deve se autoquestionar ao longo do tempo sobre três perguntas básicas: O que eu devo continuar fazendo? O que eu não devo continuar fazendo? E o que eu devo começar a fazer?

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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