Mercado de jardinagem oferece boas oportunidades para novos empreendedores

Para se destacar no negócio de jardinagem é preciso ter qualidade no atendimento e nos serviços prestados.
Para se destacar no negócio de jardinagem é preciso ter qualidade no atendimento e nos serviços prestados.

A onda verde que toma conta do planeta, principalmente pela maior conscientização das pessoas sobre a qualidade do ar e manutenção das condições ambientais, representa uma boa oportunidade para os empreendedores que querem ingressar no setor de jardinagem. Várias atividades estão relacionadas a este tipo de serviço, entre elas, a administração e a manutenção de jardins, formação de jardins, limpeza e conservação, podas, controle de pragas e tratamento de doenças.

O público consumidor deste tipo de serviço, é formado principalmente por pessoas das classes A e B, que no Brasil representam mais de 38 milhões de pessoas. Se considerarmos que em cada residência há cerca de 4 pessoas, estima-se que existam um total de cerca de 10 milhões de residências com potencial de consumir os serviços prestados pelo empresário desse negócio. E se considerarmos os apartamentos e edifícios empresariais espalhados pelo Brasil, o mercado consumidor é ainda maior. Portanto, o empreendedor que optar por investir num negócio de jardinagem poderá se sair muito bem, pois o mercado consumidor é bastante ativo e possui tendências de crescimento.

A concorrência está cada vez mais acirrada. Para se destacar neste tipo de negócio é preciso ter qualidade no atendimento e nos serviços prestados. Desta forma, é importante focar na comunicação e criar uma marca própria, que poderá ser apresentada nos uniformes e no veículo a ser utilizado.

Quanto à localização do negócio, como os serviços de jardinagem serão realizados nas dependências do cliente, a atividade não exige instalação própria, podendo ser iniciada na residência do empreendedor, o que reduz os custos de instalação. Nesse caso, basta o empresário possuir um galpão ou área coberta em sua residência para guardar, limpar e realizar a manutenção dos equipamentos. Mas, caso o empreendedor resolva instalar-se em área diferente da sua residência, a melhor localização é aquela 1que considera as distâncias entre os diversos pontos geográficos da cidade, para o atendimento mais ágil às solicitações do cliente e com menor custo.

Por último, o investimento vai depender do tamanho da empresa. Cada empreendimento possui características próprias que serão determinantes para a aquisição das máquinas, equipamentos e demais utensílios necessários para iniciar as atividades de jardinagem. De acordo com cálculos dos consultores do Sebrae, para montar um empreendimento de pequeno porte, em imóvel alugado, serão necessários recursos da ordem de R$ 40 mil.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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