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Com a mudança de hábito da população, lojas de vizinhança crescem e aparecem como um bom modelo de negócio no varejo

Para se tornar mais competitivo, é importante que o empreendedor dimensione o conjunto de serviços que serão agregados no minimercado.
Para se tornar mais competitivo, é importante que o empreendedor dimensione o conjunto de serviços que serão agregados no minimercado.

Nos últimos anos a rotina das pessoas registrou mudanças significativas. As necessidades e desejos dos consumidores passaram a ser outros e isso está contribuindo para a remodelação do varejo brasileiro. Neste sentido, as lojas de vizinhança ou minimercados se proliferam nas cidades e, principalmente em bairros. Esse tipo de negócio, cujo faturamento cresceu mais de 200% entre 2010 e 2015, se caracteriza pela administração familiar, oferece um mix reduzido de marcas e produtos, trabalha com no máximo cinco caixas e o seu foco de atuação é dirigido para o perfil da região onde está instalado, gerando assim mais proximidade com o consumidor.

Já definir a localização e escolher o imóvel para a instalação da loja é uma das decisões mais importantes para o negócio, pois vai representar o sucesso do empreendimento. Afinal, seus potenciais clientes são os moradores de regiões em torno da loja, e é daí que sairá a maior parte das vendas. Segundo pesquisas, a proximidade é o principal motivador de compra para 92% dos consumidores que utilizam os minimercados. Desta forma, na hora de escolher o local ideal para se montar uma loja de vizinha, o empreendedor deve considerar alguns itens como por exemplo: o público-alvo que se quer atingir; a população dos arredores; a concorrência existente ou potencial nas redondezas; as condições do imóvel e, por último, as vias de acesso. Outro ponto essencial é que o imóvel disponha de estacionamento.

Quanto ao investimento para abrir um minimercado em imóvel alugado, consultores do Sebrae estimam que o empreendedor deverá dispor de mais de R$ 300 mil, recursos esses que serão utilizados para a compra de mobiliário, maquinários e equipamentos para açougue e padaria, reforma do imóvel, e formação do estoque inicial. O empresário também deve separar uma parte do dinheiro para capital de giro.

Por último, para se tornar mais competitivo, é importante que o empreendedor dimensione o conjunto de serviços que serão agregados e avalie se o custo-benefício desses serviços é vital para a sobrevivência do negócio, porque, em alguns casos, poderá representar um elevado custo sem a geração do mesmo volume de receitas.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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