Terceirização já é realidade nas empresas brasileiras

terceirizacaoVárias atividades podem ser terceirizadas, desde o operário rural até um gerente de exportação. O setor público já está aderindo de maneira mais intensa, porém o setor privado ainda mantém larga dianteira como um grande consumidor de mão de obra terceirizada. E essa tendência está presente tanto no setor público quanto no privado e em todos os estados do Brasil .

Oseias Silva Jardim, coordenador de Projetos da Nossa Gestão de Serviços e Pessoas, explica que hoje é que normal grandes fábricas de vários setores como o automobilístico e telecomunicações, por exemplo, terem equipes inteiras de terceirizados atuando dentro delas: “Existem projetos de terceirização nas grandes empresas e indústria e a tendência está crescendo. As empresas estão procurando muito a terceirização por conta do budget que elas possuem. Financeiramente fica melhor para a empresa.”

Quanto tempo levaria para contratar esta mão de obra? Oseias diz que vai depender de cada cliente e das suas necessidades. Quando é tomada a decisão de terceirizar, é pedido um prazo por questões contratuais: “Mas em um dia ou dois, dependendo do que está sendo solicitado, já é possível colocar um ou mais funcionários trabalhando. Muitas vezes temos que fornecer o EPI, todo o uniforme, um curso de capacitação, a supervisão, por exemplo” afirma Oseias.

Uma consultoria pode ajudar a encontrar novas soluções. A empresa que vai fornecer a mão de obra terceirizada realiza uma visita técnica para entender qual é a necessidade verdadeira da empresa e ver o que ele precisa realmente – ou ver se ele precisa de um outro serviço. Partindo da demanda original é preciso fazer uma consulta jurídica para não ter problemas futuros.

Existe ainda a possibilidade da empresa contratada para fazer esta seleção de mão de obra temporária ajudar na análise de outras situações e detectar situações de até terceirizar o serviço e não apenas terceirizar a contratação de mão de obra.

Para Jackeline Johnson de Oliveira, coordenadora Administrativo Financeiro da Nossa, é possível fazer uma análise para ver quais as possibilidades reais, dependendo de cada caso. ” A CWBem, uma empresa parceira nossa, por exemplo, identificou um nicho de mercado envolvendo papelão onde ela faz a reciclagem das caixas que e acaba ajudando o cliente com uma redução de custos. Qualquer empresa que tenha condições e interesse em receber esta análise é possível realizar a avaliação e ver as possibilidades de atuação. Pode ser nesta questão das embalagens, da própria mão de obra ou pode ser de algum outro serviço em que possamos entrar e realizar sem cobrar pelo funcionário. Tudo pode ser avaliado de acordo com a demanda” , conclui Jackeline.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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