Food truck torna realidade o sonho de muitos empreendedores que desejavam ter um negócio próprio

A moda dos food trucks vem ganhando cada vez mais impulso e tornando realidade o sonho de muitos empreendedores. No entanto, antes mesmo de pensar em como montar um food truck é preciso consultar sobre a possibilidade de implementação desse tipo de negócio na Prefeitura do Município, uma vez que cada cidade tem uma legislação específica.

Outro item importante é determinar o cardápio, pois o que será servido irá influenciar o custo, principalmente no que diz respeito à estrutura que será necessária na customização do veículo e da cozinha sobre rodas. O ideal é fugir dos cardápios complicados, de difícil preparo ou finalização. No entanto, o empreendedor pode optar por pratos sofisticados, mas desde que sejam de simples preparo. Também não se deve esquecer que uma das características do público diurno de um food truck é a pressa e essa demanda deve ser atendida juntamente com a questão da qualidade.

Já a estrutura para montar um negócio sobre rodas é composta por dois elementos básicos que são o veículo e a estrutura para a cozinha. É a escolha desses itens que determinará o valor a ser investido. A plataforma do food truck pode ser um caminhão usado ou novo. Em um primeiro momento, talvez a opção por um veículo usado seja a melhor opção, inclusive para reduzir o investimento inicial. O preço vai variar muito em função do tamanho do negócio que se pretende montar. Quem for trabalhar com comida quente, a adaptação incluirá a instalação de fogão, forno e fritadeira. Já quem vai oferecer saladas, sanduiches e outras coisas do gênero, a necessidade será de refrigeradores para conservação dos alimentos. Eu fiz uma pesquisa e constatei que o preço de adaptação de um veículo varia muito. A adaptação de uma Kombi, por exemplo, pode custar de R$ 10 mil a R$ 60 mil. Um furgão, como uma Sprinter, de R$ 30 mil a R$ 120 mil, e a adaptação de um caminhão não sai por menos de R$ 50 mil, podendo chegar até R$ 300 mil, dependendo da sofisticação do projeto.

Embora o investimento inicial seja aparentemente alto, há muitas opções disponíveis, mas todas também envolvem custos de infraestrutura e capital de giro. Existem também opções de franquias para aqueles que querem começar o negócio com algum know how.

Por último, como em qualquer outro negócio, montar um food truck exige muito planejamento e pesquisa, principalmente para poder adaptar o projeto ao orçamento disponível e, é claro, às condições de mercado.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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