Diante da boa demanda, o mercado de serviços de pequenas obras para a construção civil surge como uma boa opção para empreender neste momento

Apesar da grande demanda, as atividades formalizadas de reparos de imóveis residenciais ou comerciais ainda são difíceis de serem encontradas. Isto ocorre porque o trabalho informal ainda predomina, com atendimentos realizados por pessoas que, em geral, não possuem especialização e não legalizam o seu pequeno negócio. Para atender um público cada vez mais exigente e residências mais sofisticadas, existe uma oferta pequena de serviços regulares e especializados. O mesmo ocorre com as demandas de empresas em geral, que precisam fazer melhorias, ajustes e adaptações em seus espaços. Mas, o que se vê é o atendimento por pessoas que se dizem capazes de realizar serviços diversos, mas que na prática não demonstram competência.

Também o que se observa é que mesmo o profissional especializado normalmente soluciona questões dirigidas apenas para uma das áreas. Por exemplo: se é eletricista, faz apenas consertos e instalações elétricas, se é pedreiro, executa somente obras de edificações em imóveis. Já o empreendedor de uma empresa de serviços de pequenas obras para a construção civil poderá se especializar em segmentos específicos, como residencial, comercial, industrial, ou atender a mais de um, dependendo das condições da empresa. Poderão ser executados ainda serviços de substituição de esquadrias, recuperação de pedras, restauração e vedação de fachadas, manutenção preventiva ou corretiva, serviços de encanador, eletricista, serralheiro e muitas outras obras afins.

Quanto à localização do negócio, não há necessidade de a empresa funcionar em local de grande frequência de público, uma vez que os serviços serão realizados no domicílio do cliente. Para este ramo de negócio o melhor ponto não é necessariamente aquele que oferece maior visibilidade da empresa, e sim, aquele que possibilite menor custo de instalação, com rapidez de movimentação até as regiões onde os serviços serão realizados.

Já o investimento para montar uma pequena empresa em imóvel alugado, segundo cálculos dos consultores do Sebrae, é de R$ 90 mil, recursos estes que serão utilizados para a construção e reforma das instalações; compra de equipamentos, móveis, máquinas e um automóvel usado; para pagar despesas de registro da empresa, e uma parte para capital de giro a fim de suportar o negócio nos primeiros meses de atividade.

Por último, a presença do proprietário em tempo integral é fundamental para o sucesso do empreendimento. O empresário deve também dimensionar o conjunto de serviços com base em dados do mercado potencial.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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