Diante da grande opção de público consumidor, os serviços de cromagem aparecem como uma boa opção para empreender no próximo ano

A atividade de cromagem possui alto impacto ambiental.

O ano de 2017 está terminando. Faltam apenas 41 dias para o Ano Novo e para quem está pensando em empreender em 2018, o serviço de cromagem de peças e materiais se apresenta como uma boa oportunidade de negócio, uma vez que tem diversas vantagens para a estruturação de uma empresa. Dentre as principais vantagens podemos destacar a vasta opção de público a quem destinar os serviços. Em geral são dois perfis distintos, ou seja: a prestação de serviços para as indústrias ou diretamente ao consumidor em geral. Os exemplos mais comuns são pessoas que querem recuperar objetos, ou então a produção de peças para as indústrias automotiva, de bijuterias, de utensílios domésticos, informática, telefonia, construção civil, entre outros. Outro fato importante são as vendas para o mercado de automóveis, grande consumidor de plásticos cromados e que vem impulsionando o mercado.

Porém, antes de iniciar o empreendimento, o empresário deve pensar e estudar qual o perfil de empresa que pretende abrir. Isso porque os recursos a serem investidos serão proporcionais à dimensão da produção e aos diferentes tipos de processos utilizados. A cromagem de peças e produtos é um negócio que pode ter um processo simples ou altamente sofisticado, tudo vai depender da capacidade produtiva, do método e do público-alvo desejado.

O empreendedor deve estar consciente que por utilizar insumos químicos diretamente no processo de produção, a atividade possui alto impacto ambiental, isso se não houver rigorosos processos de descarte de resíduos e controle ambiental. É, portanto, um negócio que necessita de licenciamento ambiental para poder operar.

Já a localização é um aspecto determinante do sucesso do empreendimento. Se o atendimento for destinado ao consumidor em geral é importante que a loja possua boa visualização em área de grande fluxo de pessoas, e fique próxima ao local de residência ou de trabalho do público-alvo. Já se for uma indústria, ela ter uma área suficiente para a construção da planta e dimensão da produção e estar próxima ao mercado fornecedor de insumos, pois isso otimizará o custo com frete e distribuição.

Quanto ao investimento, de acordo com cálculos dos consultores do Sebrae, para a montagem de uma empresa de pequeno porte, em imóvel alugado, serão necessários cerca de R$ 270 mil.
Por fim, o empreendedor deve estar sintonizado com a evolução do setor, pois esse é um negócio que requer inovação e adaptação constantes, diante das novas tendências que surgem no dia-a-dia.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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