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Preços mais acessíveis e boa demanda por parte dos consumidores têm estimulado muitos empresários a abrirem empresas importadoras

A importação de produtos para revenda tem atraído um grande número de empresários brasileiros a constituírem uma empresa. Além do gosto dos consumidores por produtos importados, outro atrativo de uma importadora é que algumas mercadorias adquiridas fora do País custam até quatro vezes mais baratas, principalmente se forem compradas da China.

Para quem está interessado nesse tipo de negócio, o primeiro passo é abrir uma empresa, que inclusive pode ser uma MEI, ou Microempreendedor Individual. Já para saber quanto dinheiro é preciso para começar a importar, é necessário fazer um plano de negócios, pois vários fatores influenciam nesse ponto. Um deles é o custo dos produtos que se pretende revender. É claro que quanto mais cara for a mercadoria, mais alto será o investimento. O valor do investimento também vai depender do formato da importadora, ou seja, se será uma loja física, um comércio eletrônico ou um atacado com representantes.

Não é preciso visitar a China para começar a importar e ganhar dinheiro. A maioria dos importadores que fazem negócio com a China, nunca foram para lá. No entanto, isso serve para os produtos que não precisem exclusivamente da presença do empresário no momento da compra para escolher os produtos. Porém, visitar a China é uma ótima oportunidade de negócios. Basicamente, existem quatro formas de começar a importar da China, que são fazendo pesquisas pela internet, visitando feiras, visitando centros atacadistas ou então visitas diretas a fornecedores.

Um erro muito comum e que não pode ser cometido pelos futuros empreendedores do setor, é achar que importação é moleza. Trata-se de um processo burocrático, com inúmeras regras a serem seguidas. Por isso, é importante planejar bem a importação e fazer uma simulação prévia dos custos. Como eu disse anteriormente, os produtos da China chegam a ser 400% mais baratos do que os fabricados no Brasil, mas o importador não terá custos apenas com eles. Por isso, é necessária uma simulação, caso contrário poderá haver prejuízo e se gastar mais do que o previsto. Neste sentido, é importante buscar apoio de profissionais especializados.

Eu fiz uma pesquisa junto a alguns importadores paranaenses e constatei que os produtos importados que mais têm atraído a atenção de consumidores são eletrônicos, perfumes de luxo, calçados femininos, acessórios femininos e maquiagem e produtos de beleza.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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