CDBs oferecem segurança e boa rentabilidade mesmo na instabilidade


Em meio à volatilidade do mercado financeiro no período que antecede o segundo turno das eleições para a presidência do Brasil, destaca-se a estabilidade dos investimentos de renda fixa – em especial, os CDBs. “O equilíbrio entre segurança e rentabilidade torna ainda mais relevante para o brasileiro proteger seu dinheiro via CDBs, em especial os com liquidez diária, que permitem resgatar o valor a qualquer momento”, orienta André Malucelli, diretor de Investimentos do Paraná Banco.
O especialista explica que a expectativa é que após passar o período de incertezas políticas, a previsibilidade do retorno dos investimentos volte a vigorar no mercado. Contudo, isso pode levar alguns meses. “Por não ser possível projetar o comportamento futuro dos juros – que tende a variar conforme a ideologia econômica e as reformas a serem feitas pelos candidatos – as opções em renda fixa são as mais indicadas para quem busca segurança neste momento”, pontua Malucelli.
Os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) se destacam entre as opções de renda fixa por serem populares e versáteis, emitidos por bancos. Ao investir em CDB, a pessoa “empresta dinheiro” para o banco e recebe, no prazo final, o valor acrescido de juros. Contudo, oferecer alta rentabilidade para atrair novos clientes não é a prioridade dos bancos grandes, que praticam retorno entre 90% e 95% do CDI. Bancos pequenos e médios pagam significativamente mais, justamente para ganhar mercado. No Paraná Banco, por exemplo, o rendimento dos CDBs varia entre 98% e 113,5% do CDI.
Entenda as principais características dos CDBs:
Prefixados ou pós-fixados
A principal diferença entre os CDBs pré e pós-fixados é sentida no bolso do investidor. Os prefixados têm sua rentabilidade conhecida no momento da aplicação, e mesmo que o cenário econômico melhore ou piore, a rentabilidade é a mesma, explica o Diretor de Investimentos do Paraná Banco.
“Já os pós-fixados são mais conservadores e defensivos, pois sua rentabilidade está atrelada a um indexador, que pode ser a taxa básica de juros (Selic) ou a inflação (IPCA). Por isso são opções que deixam o investidor mais protegido frente às oscilações do mercado”, esclarece Malucelli.
Proteção do FGC
Todos os CDBs têm a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) de até R$ 250.000,00 por CPF e por instituição financeira, com limite de R$ 1 milhão por um período de até quatro anos. Para investimentos acima deste valor, é válido considerar a classificação de risco da instituição financeira, que determina se ela é sólida e tem credibilidade no mercado.
“O Paraná Banco está na segunda melhor categoria entre as 22 definidas pela agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s. Por atuar em uma combinação de operações de crédito consignado e seguros, bem estruturadas e lucrativas, oferecemos aos investidores segurança e rentabilidade superior a do mercado”, afirma Malucelli.
Alerta: liquidez
A liquidez pode se tornar um risco para um investidor, já que muitos CDBs, pré e pós-fixados, não permitem o resgate antecipado do valor. Ou seja, é preciso manter o dinheiro investido pelo período contratado – que pode ser de um mês a cinco anos. Do contrário, há a possibilidade de perder dinheiro.
Para quem busca a rentabilidade e segurança dos CDBs, mas não quer abrir mão de retirar o valor quando preferir sem perder rentabilidade, há opções no mercado com liquidez diária após 180 dias (6 meses) de aplicação e que, ainda assim, garantem alta rentabilidade, como é o caso do CDB Flex do Paraná Banco. “Ativos como este trazem a segurança e a rentabilidade buscadas no momento e permitem a definição de nova estratégia nos próximos meses, a depender das mudanças no cenário político-econômico”, ressalta Malucelli.








