Projeto inovador torna Curitiba a primeira Cidade Interativa do Brasil

Uma nova maneira de perceber, vivenciar e interagir com o ambiente urbano. Este é o MCities, projeto concebido pelo empreendedor Paulo Hansted e que começou a ser implementado pela prefeitura de Curitiba por etapas no início do ano, com previsão de conclusão ainda em 2018. Por meio de diversas tecnologias, o sistema pode codificar a cidade ao entretenimento, cultura, lazer e turismo.
Diferente de um site, portal, blog ou aplicativo, o projeto se diferencia por possuir uma metodologia de organização sistêmica e espacial do ambiente urbano, que está presente na web, no celular, nas redes sociais, nas ruas e pontos turísticos. É resultado de um estudo de mais de cinco anos de seu idealizador pelas viagens que fez por mais de 17 países.
“Durante esta jornada percebi que as chamadas cidades inteligentes ao redor do mundo, contavam com aplicações da tecnologia na melhoria de infraestrutura dos espaços urbanos, mas nenhuma tinha como foco o ser humano em primeiro plano. A partir dessa análise, surgiu o conceito de cidades interativas, que envolve também a humanização da tecnologia”, diz Paulo.
Segundo ele, o MCities organiza as atividades de Curitiba em forma de experiências para que as pessoas possam tomar decisões rápidas e ganhar as ruas. “São os usuários no controle das suas decisões e do seu tempo. Curitiba passou estar na palma da mão de todos. Os estímulos que recebem “chamam” a atenção para as atrações externas, para o mundo que acontece além das casas”, ressalta o criador do projeto.
Paulo explica que o projeto representa uma revolução na forma de como as pessoas passam a se relacionar com as cidades, e que o mesmo traduz impactos e benefícios sociais, econômicos, comunitários, entre outros.
Outro aspecto diferencial do sistema é que as cidades passam a funcionar como ferramenta de engajamento, um ambiente de relacionamento e diálogo permanente entre pessoas, produtos e consumidores. “O conjunto de experiências relevantes cria vínculos sólidos de valor e afinidade entre a sociedade e as marcas envolvidas no projeto”, explica. Paulo.








