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Veja a diferença e saiba quando usar um avalista e fiador

Geralmente, ao comprar ou alugar um imóvel financiado, é comum ter dúvidas sobre como funciona esse processo. Um desses questionamentos é sobre os termos avalista e fiador. Você sabe qual é a diferença entre eles? Para esclarecer o assunto a Construtora Trisul explica a necessidade de cada um em uma transação imobiliária.

Muitas pessoas se enganam e acham que são sinônimos, afinal, ambos são formas de garantia de pagamento nos casos de locação ou compra de uma propriedade. Neste artigo, você vai entender o que são esses conceitos, o que os diferencia e por que são necessários para o aluguel ou compra de um imóvel. Acompanhe!

O que é um avalista?

Trata-se de alguém que dá um aval, ou seja, uma garantia financeira em um contrato que, nos casos de transações imobiliárias, pode ser de locação ou compra. Em outras palavras, o avalista é a pessoa que aceita ser responsabilizada por um pagamento, se o solicitante não quitar a dívida.

Para assumir esse papel, a pessoa precisa ter um imóvel no qual não reside. Esse bem será a garantia se houver inadimplência. Além disso, uma pesquisa cadastral é realizada para averiguar se ela tem pendências financeiras.

Se for aprovado como avalista de uma negociação, o indivíduo assina um título de crédito e, assim, torna-se co-devedor em obrigação solidária.

O que é um fiador?

Da mesma forma que um avalista, um fiador para aluguel ou compra de imóvel garante o cumprimento de obrigações financeiras. No entanto, assume também a responsabilidade de outros deveres contratuais, não apenas pelo valor total da dívida. Para saber quem pode ser fiador, é preciso passar por uma análise cadastral.

Depois de ser aprovado, é necessário assinar um contrato e se responsabilizar pelo pagamento da dívida e também por cumprir todas as cláusulas. Além disso, deve ter um imóvel quitado em seu nome — ao contrário do que ocorre com o avalista, o fiador pode morar nele.

Quais as diferenças entre avalista e fiador?

Como explicamos nos tópicos anteriores, a principal diferença é que o avalista fica responsável apenas pelo pagamento total da dívida, sem juros e sem encargos.

Outra diferença é com relação à ordem de execução. Quando trata-se do fiador, obrigatoriamente o devedor será o primeiro a ser acionado. Somente depois de todas as tentativas se esgotarem, procura-se o fiador. Já no caso de aval, não há ordem de preferência. Desse modo, o credor escolhe quem quer acionar primeiro.

Vale lembrar que em qualquer contrato de financiamento ou locação, há a exigência de garantia de pagamento. Há preferência pela opção do fiador para aluguel ou compra de imóvel, pois existe a vantagem de poder exigir o cumprimento do contrato de forma integral, não apenas do pagamento da dívida.

Como conseguir um fiador?

A pergunta mais difícil é: “preciso de um fiador. Como conseguir?”. Comece analisando as exigências da modalidade exigida pelo contrato, como cadastro saudável, renda fixa e imóvel próprio. Em seguida, faça uma lista das pessoas próximas — pais, irmão, tios, amigos íntimos — que se encaixam no perfil.

Ao perguntar se o indivíduo aceita ser fiador ou avalista, afirme sua responsabilidade ao arcar com seus compromissos. Se possível, demonstre estabilidade financeira e um histórico favorável.

Perceba então que há algumas diferenças entre avalista e fiador. Como ambas representam uma garantia de pagamento ao credor, são figuras fundamentais na compra ou no aluguel de um imóvel. Saber como consegui-los é um passo a mais em direção ao sonho de encontrar um novo lar.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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