8 dicas jurídicas para quem quer abrir uma startup

8 dicas jurídicas para quem quer abrir uma startup

Compreender a relação entre Direito e startups é levar em conta as necessidades gerais e peculiares dessas empresas e ter em mente o fato de que ela é uma empresa como qualquer outra é um bom ponto de partida.

A definição mais atual e simples de startup remete à ideia de um grupo de pessoas em busca de um modelo de negócio que possa ser replicado de uma maneira simples e utilizado por um grande número de pessoas em pouco tempo, trabalhando em condições de absoluta incerteza.

Sob o prisma legislativo, alguns países já possuem normas específicas com conceitos legais para o termo startup. De acordo com Pedro Henrique Cordeiro Machado, advogado da Sociedade de Advogados Alceu Machado, Sperb e Bonat Cordeiro, no Brasil as startups não possuem privilégio no que tange à adoção de um modelo societário diferenciado, à sua constituição, às formalidades empresariais e ao regime tributário, por exemplo. “Logo, toda e qualquerstartup constituída perante as leis brasileiras deve respeitar a legislação vigente no país, cumprindo todo o extenso regramento pátrio”, comenta o especialista em Direito Civil e Processo Civil.

De acordo com o advogado, somente com o registro da startup na junta comercial, esta adquire a personalidade jurídica, passa a ter nome próprio, patrimônio próprio e titularidade jurídica distinta para negociar.

Assim, visando legalizar a empresa e obter todas as proteções inerentes à pessoa jurídica, o empresário deve seguir alguns importantes passos:

1 – definir o tipo societário e elaborar o ato de constituição;

2 – obter registros, inscrições e autorizações dos órgãos governamentais;

3 – elaborar acordos de confidencialidade, visando a apresentação do projeto para funcionários, investidores e empresas;

4 – estruturar o modelo de investimento que deseja aplicar ao negócio;

5 – estar atento a proteção do nome e da marca;

6 – cuidar da definição do regime tributário;

7 – fazer o planejamento e estruturação de compliance para negócios virtuais;

8 – tomar conhecimento da legislação específica do seu ramo de negócio.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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