Sete características para trabalhar em eventos

Sete características para trabalhar em eventos

Transformar desejos em realidade, estar em contato com pessoas e empresas, pequenas festas em grandes momentos ou encontros, e workshops em centrais de networking certamente são alguns dos desejos de quem gosta de trabalhar com eventos. Realizar encontros sociais ou corporativos pode ser extremamente gratificante e, por que não, lucrativo?

Uma pesquisa encomendada pela Eventbrite, plataforma global de venda de ingressos e tecnologia para eventos, sobre o perfil dos organizadores de eventos no mundo, de 2018, aponta que a maioria dos brasileiros faz eventos para gerar receitas (55%), afinal, somente no ano passado, o segmento foi responsável pela movimentação de mais de um US$ 1 bilhão no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta). Dá também chances de se relacionar com pessoas inspiradoras, criar experiências incríveis para os participantes e nenhum dia é igual ao outro.

No entanto, também não é para qualquer um – o trabalho pode ser difícil, exigente e requer uma mistura de habilidades que, às vezes, podem ser perceptíveis desde a infância. “Nenhum organizador de eventos é igual, e cada um toma um caminho diferente para entrar na indústria (muitos acabam trabalhando em eventos totalmente por acidente). No entanto, algumas características são comuns aos profissionais bem-sucedidos no setor”, lembra a Head de Marketing da Eventbrite Brasil, Beatriz Oliveira.

Abaixo, uma lista de 7 aptidões de quem nasceu para trabalhar com eventos:

  1. Era uma criança organizada
    Na infância, existem os pequenos bagunceiros e àqueles que gostavam de organizar seus brinquedos; empilhavam os copos em vez de derrubá-los; organizava verdadeiros cursos e workshops com a lousa para os bonecos que se sentavam à sua volta, ou criava fileiras de exércitos prontos para a batalha. No seu caso, um organizador de eventos já se mostrava desde sempre.
  2. Sempre fazia festas em casa
    No calendário pessoal, o organizador era àquela pessoa que reunia seus colegas em casa, organizava jantares e programas de fins de semana para amigos e familiares. Sempre tinha um calendário enorme de atividades, com itinerário detalhado e um plano B para tudo que poderia dar errado quando saía de férias.
  3. Ama conhecer gente nova
    Algumas crianças são tímidas, e outras simplesmente adoram fazer novos amigos. A pessoa que trabalha com eventos foi, naturalmente, uma criança com quase nada de timidez – ao contrário, era daqueles que gostavam de iniciar conversas com estranhos, entreter os amigos do seu pai ou agregar o novo garoto da escola à sua turma. Possui, portanto, uma capacidade fácil de se conectar com os outros e prazer em conhecer novas histórias.
  4. Talento natural
    Diferente da maioria (principalmente, os brasileiros), que entregavam as lições e trabalhos feitos no último minuto, muitas vezes a caminho do colégio; os deveres do organizador nato incluíam imagens e gráficos, contavam com várias cores para destacar os pontos importantes; ressaltando seu espírito criativo.
  5. Explora os detalhes
    Questionador e curioso, o organizador nato era, na sala de aula, àquele que não poderia deixar de perguntar “por que”, que desmontava aparelhos para descobrir como funcionavam por dentro, e se esforçava para entregar o melhor trabalho que pudesse fazer, preocupado com detalhes, apresentação, argumentação e com a linguagem.
  6. Multitarefas
    A maioria das pessoas não se dá bem trabalhando em múltiplas tarefas, ficando estressada e deixando passar vários detalhes importantes. No mundo de eventos, ao contrário, as pessoas sabem, desde pequenos, que a chave do sucesso é priorizar. Geralmente, isso significava que a lição de casa, o encontro com os amigos e a aula de esportes não iriam cair todos no mesmo dia. Mas, quando fosse o caso, gerenciar a melhor maneira de fazer todas elas, e bem-feito não era problema.
  7. Tomada de iniciativa
    A natureza pró-ativa é comum a esse universo, organizando coisas antes de pedir, listando prioridades e voluntariando-se para tarefas desde que se entende por gente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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