Como ser um profissional protagonista no futuro do trabalho

Como ser um profissional protagonista no futuro do trabalho

A forma como trabalhamos mudou. O trabalho como conhecemos hoje, é diferente de como era 15 anos atrás, quando não havia internet de fácil acesso e escassez de inovação. Graças à tecnologia, é possível trabalhar de qualquer lugar e lidar com pessoas de todo o mundo de maneira muito simples. Com a modernização, os profissionais tiveram que se adaptar às exigências do mercado de forma rápida e eficiente. E, do outro lado, ao buscarem mais flexibilidade e menos barreiras no trabalho, os millennials incentivaram a transformação nos processos de contratação e a mudança do mindset das empresas.

De acordo com o Levantamento do Trabalho Independente e Empreendimento, realizado pela Workana, 61% dos brasileiros acreditam que os computadores e robôs realizarão suas funções daqui 50 anos. Mas será que corremos esse risco? A verdade é que sim, você vai perder seu trabalho para um robô, mas apenas se fizer o trabalho dele. Trabalhos relacionados a criatividade, desenvolvimento de tecnologias e inovação vão continuar em alta, e quem quiser se destacar no mercado deve seguir por esse caminho. Novas profissões também devem surgir, e é nesse momento em que devemos nos perguntar: estou indo pelo caminho certo?

Por mais contraditório que pareça, com tanta automação, as habilidades humanas não vão ser deixadas de lado: é agora que elas serão cada vez mais valorizadas. Competências socioemocionais, capacidade de adaptação, criatividade e perfil empreendedor são características que as máquinas não têm, e que serão fundamentais para o desenvolvimento de uma automação inteligente. Uma máquina não consegue substituir a capacidade de um humano de se conectar a outro ser humano, portanto o profissional que tiver resiliência e inteligência emocional, se sobressai.

É nesse cenário que empresas começam a entender que reconhecer as habilidades dos membros de suas equipes é fundamental para poder enfrentar seus objetivos e concretizar projetos. Essas equipes serão formadas principalmente por pessoas internas, mas é quase impossível, devido ao ambiente em que vivemos, esperar que possamos sempre cobrir todas as habilidades necessárias. Nesse momento, tem sido cada vez mais comum adicionar talentos à equipe, como os profissionais remotos, que trazem outras expertises ao time e oferecem um olhar externo muito importante para o sucesso do projeto. Trabalhar com esses profissionais é como trabalhar com um colega de trabalho que está em outro escritório da empresa, algo cada vez mais comum para empresas que se expandem para outros estados ou países.

O crescimento dessa categoria de profissionais só cresce, já que flexibilidade, liberdade e autonomia são pontos-chave do trabalho do futuro. Na Workana, plataforma de trabalho freelance da América Latina, há mais de 1,8 milhão de profissionais cadastrados, e a atividade cresce 80% ao ano. Dentre esses profissionais, 57% apontam que o horário flexível é uma das principais vantagens para trabalhar remoto.

Isso não significa que as pessoas querem simplesmente poder trabalhar de casa, sentadas no sofá e usando pantufas. Vai muito além: o profissional do futuro quer expandir seus conhecimentos, se manter qualificado, conquistar novas oportunidades e grandes desafios. É o momento em que temos que entender o quanto isso é valioso para a carreira desses trabalhadores e, especialmente, para as empresas. Estamos enfrentando uma escassez de profissionais qualificados para desempenhar tarefas específicas, e é então que, quem identificar essas oportunidades e se aprimorar, vai sair na frente.

O artigo foi escrito por Guillermo Bracciaforte (foto), que é cofundador da Workana, plataforma que conecta freelancers a empresas em toda a América Latina.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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