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Mercado Eletrônico oferece alternativa sustentável para materiais reutilizáveis de empresas

 As empresas têm demonstrado cada vez mais preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade, mas ainda existe uma grande dificuldade em descartar as sobras de materiais de produção dentro da indústria. Para ajudar a diminuir esse acúmulo de sucata e permitir que os objetos sejam reaproveitados, o Mercado Eletrônico, líder em comércio eletrônico B2B na América Latina, possui há mais de 20 anos o sistema de leilão direto. Uma plataforma que encontra compradores para todos os tipos de sucatas industriais, como materiais ferrosos e não ferrosos, papel, papelão, plástico e óleos que podem ser reutilizados.

Este serviço está disponível para clientes do Mercado Eletrônico ou para empresas que desejam contratar apenas o leilão direto. Para participar como vendedor, uma companhia deve selecionar as sucatas que deseja descartar, verificar as quantidades ou a previsão de geração para um determinado período, identificar os compradores atuais e enviar estas informações ao Mercado Eletrônico.

“Fazemos uma análise dos materiais e buscamos em nosso banco de dados possíveis companhias interessadas em efetuar a compra. Em parceria com o cliente, definimos o valor inicial utilizando como base o peso atual e uma cotação prévia realizada no mercado”, comenta Valdir Calsavara, gerente de leilões do Mercado Eletrônico. “A partir dessa etapa, o funcionamento é idêntico ao de um leilão comum, os compradores vão dando lances até uma das empresas arrematar o lote da sucata”, completa Valdir. A plataforma, transacionou mais de R$ 250 milhões nos últimos 10 anos, atingindo mais de R$ 50 milhões de ágio.

Para as vendedoras, além do ágio, outra grande vantagem é a redução considerável dos custos operacionais, tendo em vista que a plataforma diminui o tempo de negociação ao encontrar o comprador correto de forma mais eficiente. “Nosso modelo de negócio também contribui para a redução do custo da cadeia, uma vez que a remuneração do serviço é feita somente pelos compradores”, complementa Alexandre Moreno, diretor de serviços do Mercado Eletrônico.

O Mercado Eletrônico faz a seleção dos participantes baseado em seu banco de dados e nas indicações da companhia vendedora. Quem deseja participar como comprador precisa atender aos requisitos mínimos exigidos pelo cliente como, por exemplo, certificações, atendimento de normas ambientais, AVCB etc, e encaminhá-los ao ME, comprovando sua preocupação com a sustentabilidade.

“Todo o processo é extremamente rigoroso, a fim de garantir a lisura e rastreabilidade para as partes, desde a escolha das empresas participantes até a entrega do relatório final do processo”, completa Alexandre.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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