Black Friday: como os varejistas podem se privar do sequestro de estoque

Black Friday: como os varejistas podem se privar do sequestro de estoque

O dia 29 de novembro está se aproximando e vários consumidores já estão se planejando para a Black Friday, a maior data promocional do varejo. Segundo o relatório Webshoppers da E-bit, a data foi responsável por 4,9% do faturamento total do e-commerce em 2018, registrando R$ 2,6 bilhões, com ticket médio de R$ 608,00. No entanto, o que era para ser uma oportunidade das pessoas adquirirem produtos com preços mais acessíveis, acaba sendo também uma ocasião favorável para os fraudadores.

Segundo Ralf Germer, CEO da – fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo – empresários que têm lojas virtuais estão suscetíveis a um golpe chamado de “sequestro de estoque”, realizado a partir de compras com boleto bancário. “A prática acontece quando um concorrente, no intuito de prejudicar as vendas de um outro e-commerce, compra uma grande quantidade de produtos no boleto, mas não faz o pagamento. Dessa forma, o estoque fica retido em um período de alta sazonalidade e o negócio deixa de ganhar”, explica.

Uma das formas dos comerciantes protegerem seus e-commerces dessa fraude, é incluírem novos meios de pagamento na sua plataforma, optando por soluções que comprovem que a compra foi realmente feita por uma pessoa de boa fé. “Recomendamos o uso do Boleto Flash®, único que comprova o pagamento em menos de uma hora. Assim, o estoque é liberado rapidamente e o empresário não fica na mão. Além disso, o lojista tem flexibilidade na hora de definir a data de vencimento do boleto, estendendo o prazo quando necessário”, conta Germer.

Outra maneira dos lojistas se protegerem contra esse golpe é utilizar soluções antifraude para analisar o risco das transações via boleto bancário também. Mas, por se tratar de um golpe muito específico, e diferente da fraude considerada clássica, como clonagem de cartão, os modelos de risco são diferentes.

“Por isso, nosso sistema coleta mais de 2 mil variáveis sobre um único pedido, inclusive algumas delas são específicas para detectar o risco em pedidos de boleto bancário. Com isso, os lojistas podem se preocupar em vender bastante nessa época do ano”, afirma Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, antifraude para pagamentos online.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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