Como implantar recorrência em seu negócio

Como implantar recorrência em seu negócio

Não é novidade que manter um cliente é mais barato do que conquistar um novo. Para trilhar esse caminho com excelência, algumas empresas – como Netflix, Spotify e SmartFit -, adotaram modelos de assinaturas, que é chamado de economia de recorrência. Mas o que é e como implantar no seu negócio?

O modelo de venda por recorrência funciona da seguinte forma: o e-commerce disponibiliza um mix de produtos ou serviços de forma contínua mediante o pagamento de um valor preestabelecido e pago periodicamente. É um parcelamento? Não. Mesmo que em todos os meses o cliente precise efetuar o pagamento para ter acesso, é um acordo entre as partes.

Para ficar claro, vou dar um exemplo: o cliente contrata um serviço no valor de R$ 500 para utilizar por dez meses. Na modalidade recorrência, todo mês – uma vez que já tenha cadastrado o cartão de crédito -, será debitado automaticamente R$50 na data escolhida, sem que o limite total seja comprometido. Já no parcelamento, o consumidor usaria R$ 500 do seu limite total, mesmo que o pagamento for em parcelas e, às vezes, até com juros.

Citei acima empresas reconhecidas para que tenham mais clareza do que é economia de recorrência. No entanto, esse modelo pode ser implantado independente do tamanho do seu negócio.

E como faz? Primeiro é preciso contratar uma empresa especializada, que ofereça uma infraestrutura de pagamentos bastante eficiente. Isso porque, diferentemente do sistema convencional, a jornada de compra do cliente em um processo de pagamento recorrente tem um ciclo infinito, e o foco do seu negócio e do sistema deve estar preparado para manter o cliente mais tempo com a sua empresa.

Segundo, é preciso realizar o cadastro dos clientes e o registro da cobrança no sistema de pagamentos escolhido. Para tanto, você precisa definir: o valor, a periodicidade e a quantidade de transações. Os pontos importante para determinar o preço são: considerar o custo; quanto o seu cliente pode pagar; e como o seu concorrente prática.

Você deve se perguntar se vale a pena ou não implementar recorrência na sua empresa. Abaixo, listei as principais vantagens. Confira!

1 – Manutenção dos clientes pois, nesse caso, cria-se uma maior facilidade no relacionamento;
2 – Com o pagamento automático no cartão de crédito dos clientes, há também uma redução de inadimplência;
3 – Como a cobrança não é feita de maneira manual, minimiza-se esforços da equipe financeira e, consequentemente, os erros;
4 – Previsão de lucros a longo prazo.

O artigo foi escrito por Patrick Negri (foto), que é empreendedor, desenvolvedor, hustler e CEO da iugu, primeira plataforma online para automação financeira do Brasil

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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