Investir em árvores é ideal para quem busca diversificar os negócios

Investir em árvores é ideal para quem busca diversificar os negócios

Investir capital, aliando sustentabilidade e impacto social não tem preço. Foi com esse objetivo que o economista, Felipe Passos e o engenheiro florestal Alessandro Ribeiro fundaram a Forte Florestal: empresa brasileira que faz a produção e gestão de árvores como Mogno africano, Teca e Jequitibá Rosa, árvores com ciclo de 18 a 20 anos, madeira de excelente qualidade, ótima aceitação no mercado e valores bem elevados para a venda, trazendo grandes retornos financeiros aos investidores.

A empresa indica uma área com potencial de plantio para o investidor adquirir, planta a muda e cuida da floresta durante todo o ciclo da árvore, até que elas estejam prontas para o corte. Além disso, também beneficia a madeira retirada e representa o cliente na venda final para o comprador.

Hoje, sete anos depois da primeira fazenda, já são cerca de 50 clientes, oito fazendas e mais de 1 mil hectares de área. Tudo isso em uma região estratégica, a cidade de Jacupiranga, no Vale do Ribeira, a 200 km do Porto de Santos e a 180 Km do Porto de Paranaguá.

A Forte Florestal cuida de todas as etapas para o cliente que deseja começar o investimento na produção de madeira nobre, desde a documentação para a compra da terra até o manejo da floresta e negociação com futuros compradores. De acordo com o número de clientes interessados, uma nova fazenda é comprada e dividida em alqueires. Cada cliente pode escolher o tamanho da área de plantio desejada e toda a documentação é feita de forma individual.

Felipe Passos e Alessandro Ribeiro, fundadores da Forte Florestal.

A sustentabilidade é a essência do projeto. Cada lote comprado tem cerca de 50% de área para plantação e 50% de Mata Atlântica nativa, que não pode ser explorada. Isso garante que a área de preservação se mantenha. Além disso, o solo utilizado para a plantação, antes degradado, vai sendo enriquecido com micro-organismos, água e restos vegetais decorrentes da floresta em desenvolvimento.

A empresa também já está em vias de obter a certificação do FSC, sistema de certificação florestal internacional que reconhece produtos originados de manejo consciente.  Além do impacto no meio ambiente, a empresa gera um impacto social em todo o entorno das fazendas, já que os funcionários escolhidos para trabalhar na Forte Florestal são em sua maioria moradores da região. Hoje são aproximadamente 60 funcionários trabalhando na empresa.

Com faturamento de R$ 3 milhões por ano, o desafio para os próximos meses é captar novos investidores, empresas e fundos de investimento que desejam aliar a sua marca e imagem a um negócio sustentável e, principalmente, do “bem”.

Crédito das fotos – Cadu Nickel

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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