O trabalho evolui e as organizações precisam inovar

O trabalho evolui e as organizações precisam inovar

O ano de 2020 já começou e como consultor em gestão de pessoas preciso deixar um recado para profissionais e empresários: olhem o futuro de suas carreiras e de suas empresas focando a estratégia de inovação como algo prioritário. Digo isso porque, quer a gente queira, quer não, o mundo vai empurrar nossas atividades para as necessidades contemporâneas da sociedade. Quem não se adaptar, vai ficar pelo caminho, ou no mínimo terá muita dificuldade para se manter no mercado.

Estudos recentes apontam que, em 2019, cerca de 64% da população mundial já é composta por pessoas nascidas após 1980.  Cada geração traz consigo novos comportamentos, valores e expectativas. E é essa geração que será cada vez a maior parcela da força de trabalho no mundo.

É importante destacar e não esquecer que são pessoas com expectativas diversas, que buscam algo muito diferente de seus pais, têm facilidade de lidar com a tecnologia, além de outras ambições. 

Por isso é essencial manter a pesquisa de clima organizacional nas empresas a fim de entender exatamente o que engaja e satisfaz esses novos colaboradores. 

Mas como inovar nas organizações? Obviamente, isso que não quer dizer para deixarmos tudo o que foi construído para trás, mas sim ressignificar os valores, aprender e reaprender, questionar o status atual. Adaptar-se ao novo contexto.

Para olhar o novo e buscar as inovações necessárias, precisamos urgentemente nos relacionar com esse “novo mundo empresarial”, com essa “nova sociedade”, muitas vezes tão diferente daquilo que pensamos.

Só iremos conseguir avançar como profissionais, executivos ou empreendedores quando enxergarmos esse novo mundo que está avançando cada vez mais rápido e transformando mercados de maneira muito mais rápida do que imaginávamos. 

Há tantas oportunidades para observarmos que, muitas vezes, nos sentimos perdidos frente à avalanche de novidades que chegam. São novas tecnologias, novos concorrentes, novos conceitos.

Podemos começar a nos relacionar com o novo buscando informações confiáveis na internet, novas leituras, programas de desenvolvimento ou simples conversas.

É preciso ter mais curiosidade. O importante é estar aberto a esse novo contexto de inovação em que vivemos. Quando superarmos esse obstáculo, sem dúvida alguma ficará mais fácil pensarmos em inovação organizacional.  Esta é a dica: reserve em seu planejamento de 2020 um espaço generoso para pensar na tarefa da inovação.

O artigo foi escrito por Bernt Entschev (foto), que é conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), headhunter e fundador da De Bernt.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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