Calçados Bibi avança expansão internacional e planeja 10 lojas fora do Brasil em 2020

Calçados Bibi avança expansão internacional e planeja 10 lojas fora do Brasil em 2020

A Calçados Bibi, pioneira na fabricação de calçados infantis no Brasil, fechou o ano de 2019 com 123 lojas, sendo oito unidades internacionais e 21 lojas próprias, incluindo o e-commerce. A marca registrou um aumento de 14% no faturamento da rede de franquias, além de implantar 18 novas operações, sendo 10 lojas e oito quiosques.

O ano de 2019 também marcou o início da expansão internacional na Romênia e no Equador. Confirmando o sucesso das franquias no Peru, a Bibi implantou novas lojas em diferentes shoppings centers do País. Para 2020, a marca planeja abrir 51 novas unidades, sendo 10 delas fora do Brasil.

Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising (ABF), um movimento que continua em alta é o de internacionalização das marcas brasileiras. Um estudo já consolidado de 2019 mostra que há 163 redes nacionais com operações em 107 países diferentes. Além disso, o segmento de Moda é o mais representativo, com 35 marcas, sendo a Bibi uma delas.

“Com as variações positivas de 2018 em relação a 2019 quanto à questão da internacionalização, daremos sequência ao plano de expansão da marca fora do Brasil. Após abrir unidades no Peru, Bolívia, Equador e Romênia, iremos fortificar a presença da Bibi nestes países e também ingressar em outros, com foco grande na América Latina”, ressalta a presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch.

A rede visa implantação de novas lojas nas cinco regiões do País, com uma visão focada em cidades localizadas no interior do Brasil. Das 51 novas operações esperadas para o ano de 2020, 41 estão previstas para abertura em território nacional.

Assim, o principal objetivo da empresa é levar o propósito da Bibi aos consumidores, por meio de produtos, comunicação, experiência e inovação. Vale ressaltar que a Calçados Bibi exporta desde 1970, com marca e design próprio, para mais de 70 países, como Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Hong Kong, China, Índia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, entre outros, via exportação direta a lojistas multimarcas, virtuais ou distribuidores, dependendo do País.

70 anos de história

“Em 2019 completamos 70 anos de história e vamos continuar investindo constantemente em inovação, que é uma premissa básica e que está no DNA da empresa. Neste mesmo ano, registramos um crescimento de 8% na indústria. Estamos otimistas para o ano de 2020 tanto no mercado nacional quanto no internacional. Dessa forma, a expectativa de crescimento na rede de franquias é de 25%, e na indústria superior a 10%. Ainda para 2020, a produção fabril deve acompanhar o crescimento da indústria, sendo em torno de 10%, o equivalente a 2,2 milhões pares de calçados fabricados por ano”, revela Kohlrausch.

Ao final de 2019, a Bibi finalizou um importante projeto em parceria com a PUCRS para avaliar os calçados fisiológicos da marca. Após dois anos de levantamento e a avaliação do caminhar em mais de 50 crianças, a pesquisa evidencia que andar com um calçado da Bibi é como se as crianças andassem descalças.

Entre os diferenciais dos exclusivos modelos fisiológicos, a marca sempre preza pelo conforto, durabilidade e proteção não tóxica, já que a empresa atua apenas com fornecedores homologados que trabalham com matérias-primas que atendem este padrão. Os produtos, em grande parte produzidos em couro, deixam o pé transpirar, são leves e resistentes, além de serem fáceis de calçar. Para crescerem saudáveis, os pezinhos precisam se desenvolver livremente e, graças a este estudo, isso foi testado e comprovado cientificamente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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