Terceirização de frotas no agronegócio auxilia na liberação de fluxo de caixa

Terceirização de frotas no agronegócio auxilia na liberação de fluxo de caixa

Seja para cultivo, plantação, colheita ou transporte, a terceirização de máquinas e equipamentos agrícolas tem entre suas principais vantagens a redução do uso de limites de crédito pelas empresas e produtores do setor. Isso porque o recurso que seria destinado à compra desses veículos, pode ser investido em questões operacionais, como manutenção da folha de pagamento ou inovações no negócio, por exemplo.

A modalidade, já consolidada no mercado internacional, também proporciona redução da necessidade de capital de giro e aumento do índice de liquidez do empreendimento. Isso porque, a locatária passa a substituir imobilização de capital por custo de locação. Conforme destaca Marluz Renato Cariani, Head comercial de locação de Pesados da Ouro Verde, “a opção pela terceirização de máquinas e equipamentos agrícolas pode representar uma economia entre 10% a 20% para negócios do setor”, explica.

Tudo depende do tipo de maquinário, quantidade de veículos locados e também do modo de operação. De acordo com Cariani, os fatores que possibilitam essa economia de até 20% para as empresas do setor são: o custo  e a remuneração do Capital, os incentivos fiscais proporcionados pela prática, o valor de aquisição do equipamento, o valor e o período para a venda do ativo no final do contrato (valor residual) e os custos com gestão e manutenção dos equipamentos.

Gestão profissional

Além da terceirização, é possível contratar a gestão profissional da frota, o que pode incluir desde o processo de seleção e contratação dos motoristas até a realização de manutenção preventiva, controles de gastos e rastreamento veicular. “Quem aluga um equipamento conta com suporte técnico 24 horas, o que facilita a logística e a troca do maquinário em caso de falhas” destaca.

Tendo em vista que as frotas envolvidas no agronegócio são impactadas por diversos fatores, preço do combustível, qualidade dos terrenos e estradas, que podem danificar os veículos e aumentar os custos de produção, a gestão profissional se torna ainda mais importante.

Além disso, pelo serviço de gestão, é possível realizar o cruzamento de informações importantes, como a telemetria, que permite o monitoramento completo do ativo e identifica desvios de dirigibilidade, e o cartão combustível, que monitora e controla os abastecimentos. “Assim, é possível fazer um diagnóstico do comportamento dos condutores, muito focado na parte da segurança e, consequentemente, traduzindo em uma redução ainda maior dos gastos”, explica Cariani.

Frota mista

Algumas empresas ligadas ao agronegócio possuem a necessidade de uso de frota mista, ou seja, tanto veículos leves como pesados. Com foco neste mercado, a Ouro Verde disponibiliza para locação tanto equipamentos específicos para transporte de carga frigorificada, plantio de grãos, colheita de cana, entre outros, quanto automóveis comuns para uso diário, como atividades administrativas e comerciais. 

Para empresas que já possuem uma frota própria e desejam migrar para o modelo terceirizado, a Ouro Verde conta com um suporte que consiste em comprar os veículos do cliente. “Um dos grandes problemas de quem já tem os ativos é conseguir vendê-los. Assim, com esse serviço, o empreendedor pode receber o valor dos carros à vista ou abater nas mensalidades da frota que decidir adotar”, explica.

Crédito da foto – Giuliano Gomes

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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