Empresas brasileiras representaram quase 50% da liderança no mercado de tecnologia em 2020

Empresas brasileiras representaram quase 50% da liderança no mercado de tecnologia em 2020

As empresas brasileiras estão ganhando maior competitividade no mercado de tecnologia no Brasil, é o que revela um levantamento da TGT Consult, braço da ISG no país. De acordo com informações divulgadas nesta semana, 42% das empresas líderes em serviços e produtos de TI são brasileiras, enquanto 58% são estrangeiras com matriz ou operação local.

O levantamento traz uma análise de todos os provedores participantes dos estudos ISG Provider Lens no Brasil, nos quais um total de 282 empresas foram avaliadas durante o ano de 2020. Dessas, 107 foram colocadas como líderes em alguns dos 98 quadrantes.

Maurício Ohtani, pesquisador do ISG, explica que o número de empresas brasileiras de tecnologia ocupando o posto de liderança nos relatórios ISG Provider Lens cresceu 75%, em comparação com 2019. O levantamento revela ainda que há uma crescente entrada de empresas brasileiras nos relatórios. No último ano, o número mais que dobrou.

“Os dados demonstram que há uma evolução das empresas locais no mercado de tecnologia. Hoje elas já disputam em alguns segmentos com grandes players internacionais e têm ganhado cada vez mais espaço na oferta de serviços e produtos para transformação digital”, explica Ohtani.

Omar Tabach, sócio diretor da TGT Consult, ressalta que os segmentos em maior crescimento foram todos os que estão relacionados ao cloud. Ele explica: “Não é exagero dizer que 100% dos nossos clientes de consultoria estão em movimentos de migração para nuvem e vemos cada vez mais a escolha por empresas brasileiras para gerenciamento destes serviços. A pandemia da Covid-19 catalisou este movimento e trouxe uma maior urgência do mercado brasileiro para a transformação digital”.

Na classificação de nuvem pública, o ISG Provider Lens observou um crescimento significativo em empresas brasileiras no quadrante de Product Challenger em Managed Services e Transformation em grandes contas; e no quadrante de Líderes para os serviços de Transformation. Já em nuvem privada, também cresceu a liderança das brasileiras nos serviços de Managed Hosting e Colocation.

Outros serviços em destaque entre os fornecedores nacionais estão os de Customer Experience, Mobility Support e Agile Development.

“Resiliência e talento são as principais características que encontro para justificar esse crescimento. A maioria delas faz uso de dados, variados recursos e boa relação de parceria. Porque sem dados, você não sabe onde está. Sem recursos, não sai do lugar. E sem parceira, até poderiam chegar a alcançar seus objetivos, mas certamente levaria mais tempo”, comenta Ohtani.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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