Menos burocracia e taxas menores estão entre as razões para MPEs apostarem em fintechs para ter crédito

Menos burocracia e taxas menores estão entre as razões para MPEs apostarem em fintechs para ter crédito

Durante a pandemia, as micro e pequenas empresas passaram por um processo de reorganização de suas finanças, bem como de modelo de atuação no mercado, e precisaram se adaptar para uma nova realidade. Ao longo dos anos as fintechs ganharam espaço, e agora cada vez mais, atraem a atenção dos empreendedores brasileiros. Por isso, a BizCapital, fintech que oferece soluções financeiras para micro e pequenas empresas, traz alguns dos motivos pelos quais essas startups estão sendo mais procuradas hoje em dia e quais são as vantagens para as MPEs.

Para Francisco Ferreira, sócio-fundador da BizCapital, o ponto de partida para explicar esse sucesso é a premissa da nova geração em ter serviços mais práticos e eficientes. “Neste cenário, as fintechs ganham mais espaço e trazem uma nova dinâmica para o mercado financeiro e crédito brasileiro”, afirma.

Abaixo, a BizCapital selecionou cinco dos principais itens que levam pequenas empresas a apostarem em fintechs:

1. Processos menos burocráticos

Por meio delas é possível ter acesso a diversos tipos de serviços financeiros sem precisar passar pela burocracia tradicional do mercado financeiro. Sem as inúmeras intermediações, o processo fica mais simples e as taxas acabam diminuindo.

2. Taxas mais baixas

As fintechs proporcionam análises personalizadas e com isso, conseguem realmente avaliar cada empresa e melhorar as condições oferecidas, reduzindo riscos e proporcionando taxas de juros atrativas.

3. Tudo online e digital

Todos os processos são resolvidos de forma online, sem que tenha a necessidade de sair de casa para ir até uma agência física. Os documentos também serão digitalizados e com todos os itens em dia, fica mais rápido para entender se o empréstimo será ou não aprovado.

4. Soluções práticas e rápidas

As fintechs oferecem mais do que o empréstimo apenas. Essas startups oferecem soluções financeiras que ajudam o empresário a enxergar um caminho na hora de montar ou inovar seu negócio. Assim como buscam orientar e ajudar na gestão e na organização financeira dos negócios de seus clientes. Dessa forma, se relacionam e acompanham as empresas por longos períodos.

5. Acesso facilitado

O acesso ao crédito no Brasil é muito concentrado. Com as fintechs é possível que de forma rápida, o cliente passe a ter acesso ao dinheiro aprovado em sua conta, por meio de um processo seguro e transparente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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