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Novo perfil do consumidor brasileiro favorece negócios na indústria do sono

O perfil do consumidor já vinha passando por mudanças nos últimos anos. Porém, a pandemia fez com que surgisse o novo consumidor que foi obrigado a utilizar o home-office como forma de trabalho, a fazer compras pela internet, se alimentar em casa e a utilizar com mais frequência o delivery.  

Outra preocupação do novo consumidor foi dormir bem e melhorar a qualidade de vida através do sono. E essa busca por um sono melhor acabou tornando o mercado de colchões muito mais atrativo. Só nos Estados Unidos, por exemplo, a indústria do sono movimentou mais de U$ 40 Bilhões no último ano, com uma projeção de crescimento de 8% para 2021, isso segundo pesquisa realizada pela McKinley. 

No Brasil, um levantamento feito pela Associação Brasileira do Sono (ABSono), mostrou que 80% da população brasileira tem problemas de insuficiência do sono. E quando se olha para o mercado de colchões, observa-se uma movimentação de aproximadamente U$ 7 bilhões por ano, ou R$ 39 bilhões de reais.  Mas se antes da pandemia, o brasileiro já dormia poucas horas, já possuía perturbações como insônia, apneia e síndrome das pernas inquietas todas motivadas pelo estresse da vida moderna, como estará agora no período de pandemia, que deve permanecer por tempo indeterminado, já que o ritmo de vacinação no país é lento e tardio. 

Nos últimos três anos, aconteceu a grande explosão dos aparelhos tecnológicos, como rastreadores do sono, aplicativos, luzes, entre outros que auxiliam as pessoas a dormirem e permanecerem por mais tempo adormecidas. Mas no ano passado, os colchões tecnológicos com propriedades terapêuticas deram um salto gigantesco comparado aos colchões comuns.

Entre o período de março a julho do ano passado, no ápice da pandemia, criamos quatro novas tecnologias, para os nossos colchões: Zero Bactéria, Powerchip Protect (que inibe a radiação de produtos eletromagnéticos), Íons Negativos e Ozonioterapia além das outras já implementadas. São treze tecnologias dentro do colchão, melhorando a vida do cliente e levando qualidade de vida para todos, ainda mais neste período mais difícil da pandemia no Brasil e no mundo “, explica Jose Roberto Cury, diretor geral do Grupo Quality Brasil e detentor da marca Sono Quality Colchões.  

O perfil do novo consumidor exige que o produto tenha qualidades e características exclusivas, que contenha proteção ou que ao menos previna bactérias, ácaros e fungos. Os consumidores estão indo na direção de produtos e serviços exigentes com resultados comprovados. Inovação na vibroterapia silenciosa, que realiza massagem enquanto  dorme, inovação no acabamento do produto com malhas e tecidos especiais, na cromoterapia ou mesmo na emissão de Ozônio minutos antes de dormir, purificando o ar e o deixando mais leve. 

Mais que os destaques da nova tecnologia, os clientes querem, por exemplo, uma espuma com densidade progressiva eficaz, com componentes ativos e endossos de médicos e especialistas, ou seja, que tragam o benefício prometido e em longo prazo. “Quando percebemos esta necessidade por parte do consumidor, fomos em busca de especialistas para nossa marca para trazer a este consumidor a garantia e a qualidade que ele exige na hora de comprar seu colchão. Nomes como Dr. Bactéria – Roberto Martins Figueiredo – Biomédico e nacionalmente conhecido por seus programas de TV, Dr. Joaquim Grava – médico consultor do Corinthians e um dos ortopedistas mais respeitados do mundo, usam e recomendam os produtos Sono Quality”, explica Eduardo Honrado, diretor de marketing da empresa. 

Por conta disso, existe um mercado ascendente nesta indústria e cada vez mais constata-se a ampliação do varejo de colchões. O sono se tornou um investimento atraente, e diante deste novo perfil de consumidor, muito mais exigente e preocupado com a saúde, as oportunidades e aspectos de diferenciação estão sendo filtrados para garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo, além de suprir uma nova necessidade das pessoas, que é dormir melhor

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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